Além de divertido e carismático, “Eva na Marinha” serve de pretexto para as acrobacias aquáticas da estrela Esther Williams, atriz e nadadora. Em uma sequência espetacular (a melhor do filme), e ao lado de duas crianças, ela demonstra todo seu o talento num verdadeiro balé submerso. Entre canções e coreografias bem ensaiadas, o filme, entretanto, tem outro propósito: um discurso elogioso às forças armadas estadunidenses. E, nesse sentido, toda a diversão e carisma quase caem por terra devido ao enviesamento ideológico do longa. Ainda assim, desconsiderando-se este aspecto, “Eva na Marinha” diverte e tira boas gargalhadas da audiência, além de trazer surpreendentes participações especiais, como um número musical protagonizado por ninguém menos que Debbie Reynolds.
Privilegiando-se a caracterização da Marinha Americana, a trama do filme é relativamente fraca, pois fica em segundo plano. Nela, acompanhamos a trajetória de três jovens mulheres que decidem abandonar suas vidas civis e se alistam na Marinha. A primeira delas, Mary Kate (Joan Evans), vai em busca de anonimato depois de ter sido abandonada no altar; Whitey Young (Esther Williams), por sua vez, desenvolve o caminho inverso: abandona o noivo para se alistar; por fim, Una Yancy (Vivian Blaine) é uma solteirona iludida que não tem nada a perder. Contrariando o senso comum, a disciplina militar que as três encontram não tem a rigorosidade da vida real. Embora estivessem à procura de um rumo e da cura de paixões malsucedidas, as três acabam encontrando novos interesses amores, que lhes geram mais problemas.
Em relação ao formato, o elenco bem entrosado se sobressai, ao lado da fotografia vibrante, característica comum dos filmes coloridos do período. Em relação às canções, contudo, não há uma que se destaque, o que seria imprescindível a um bom filme musical.
Além de divertido e carismático, “Eva na Marinha” serve de pretexto para as acrobacias aquáticas da estrela Esther Williams, atriz e nadadora. Em uma sequência espetacular (a melhor do filme), e ao lado de duas crianças, ela demonstra todo seu o talento num verdadeiro balé submerso. Entre canções e coreografias bem ensaiadas, o filme, entretanto, tem outro propósito: um discurso elogioso às forças armadas estadunidenses. E, nesse sentido, toda a diversão e carisma quase caem por terra devido ao enviesamento ideológico do longa. Ainda assim, desconsiderando-se este aspecto, “Eva na Marinha” diverte e tira boas gargalhadas da audiência, além de trazer surpreendentes participações especiais, como um número musical protagonizado por ninguém menos que Debbie Reynolds.
Privilegiando-se a caracterização da Marinha Americana, a trama do filme é relativamente fraca, pois fica em segundo plano. Nela, acompanhamos a trajetória de três jovens mulheres que decidem abandonar suas vidas civis e se alistam na Marinha. A primeira delas, Mary Kate (Joan Evans), vai em busca de anonimato depois de ter sido abandonada no altar; Whitey Young (Esther Williams), por sua vez, desenvolve o caminho inverso: abandona o noivo para se alistar; por fim, Una Yancy (Vivian Blaine) é uma solteirona iludida que não tem nada a perder. Contrariando o senso comum, a disciplina militar que as três encontram não tem a rigorosidade da vida real. Embora estivessem à procura de um rumo e da cura de paixões malsucedidas, as três acabam encontrando novos interesses amores, que lhes geram mais problemas.
Em relação ao formato, o elenco bem entrosado se sobressai, ao lado da fotografia vibrante, característica comum dos filmes coloridos do período. Em relação às canções, contudo, não há uma que se destaque, o que seria imprescindível a um bom filme musical.
⭐ 3.5 / 5.0