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Sinopse
Acusada de homicídio, jovem é condenada à prisão num manicômio, onde um médico a submete a uma operação para eliminar seus instintos criminais. Mas a cirurgia desperta na moça instintos violentos, que o médico pretende usar contra seus inimigos.
Experiências Humanas é um cruzamento de filme WIP com filme de cientista maluco. A cena da chacina e a cena do porão com cadáveres e insetos nojentos são muito boas.
Esse filme é mais realista do que maioria de filmes de presídio feminino. As detentas têm mais jeito de prisioneiras do que coelhinhas da Playboy, como na maioria dos sexploitation. O filme tem sua dose de nudez, como era de se esperar, mas não fica só nisso não. A história é bem conduzida e me prendeu o interesse até o final.
O prólogo é o melhor momento do filme. Depois da parte inicial o filme se torma arrastado e ruinzinho. Cenas claustrofóbicos e momentos de tensão Na parte final não ajudaram muito. A não ser a boa atuação da atriz Linda Haynes.
Uma mistura de drama policial e suspense de horror dirigido pelo estreante Gregory Goodell, que adaptou sua própria estória, co-escreveu e co-produziu o filme, que mantém o interesse graças a bonita atriz principal, Linda Haynes, que atuou em Latitude Zero (69), A piscina mortal (75) e Brubaker (80), seu último filme.
O local da prisão era uma instituição correcional para jovens abandonada. Todos os insetos usados para a sequência de fuga eram reais. O veterano Jackie Coogan (1914-1984) - que atuou em O garoto (21) ao lado de Chaplin - improvisou muito de seus diálogos. Este filme ganhou notoriedade por ter sido alvo do diretor de processos públicos da Inglaterra durante o furor do vídeo no início dos anos 80 devido à violência e cenas de nudez.
A cantora country Rachel Foster tropeça na cena de um assassinato em massa neste filme de terror de rotina, mas não de todo ruim. Ela é presa e acusada dos assassinatos e colocada na prisão. As sessões psiquiátricas são conduzidas pelo sádico e misógino Dr. Kline - feito por Geoffrey Lewis (1935-2015), o pai da atriz Juliette Lewis. Sua idéia de saúde mental é apagar as personalidades do paciente e substituí-las completamente por novas através da lavagem cerebral.
Experiências Humanas é um cruzamento de filme WIP com filme de cientista maluco. A cena da chacina e a cena do porão com cadáveres e insetos nojentos são muito boas.
Esse filme é mais realista do que maioria de filmes de presídio feminino. As detentas têm mais jeito de prisioneiras do que coelhinhas da Playboy, como na maioria dos sexploitation. O filme tem sua dose de nudez, como era de se esperar, mas não fica só nisso não. A história é bem conduzida e me prendeu o interesse até o final.
O prólogo é o melhor momento do filme. Depois da parte inicial o filme se torma arrastado e ruinzinho. Cenas claustrofóbicos e momentos de tensão Na parte final não ajudaram muito. A não ser a boa atuação da atriz Linda Haynes.
Chatinho, mas assistível!
Wip raiz com toda aflição e condescendência pela bela protagonista.
Uma mistura de drama policial e suspense de horror dirigido pelo estreante Gregory Goodell, que adaptou sua própria estória, co-escreveu e co-produziu o filme, que mantém o interesse graças a bonita atriz principal, Linda Haynes, que atuou em Latitude Zero (69), A piscina mortal (75) e Brubaker (80), seu último filme.
O local da prisão era uma instituição correcional para jovens abandonada. Todos os insetos usados para a sequência de fuga eram reais. O veterano Jackie Coogan (1914-1984) - que atuou em O garoto (21) ao lado de Chaplin - improvisou muito de seus diálogos. Este filme ganhou notoriedade por ter sido alvo do diretor de processos públicos da Inglaterra durante o furor do vídeo no início dos anos 80 devido à violência e cenas de nudez.
A cantora country Rachel Foster tropeça na cena de um assassinato em massa neste filme de terror de rotina, mas não de todo ruim. Ela é presa e acusada dos assassinatos e colocada na prisão. As sessões psiquiátricas são conduzidas pelo sádico e misógino Dr. Kline - feito por Geoffrey Lewis (1935-2015), o pai da atriz Juliette Lewis. Sua idéia de saúde mental é apagar as personalidades do paciente e substituí-las completamente por novas através da lavagem cerebral.