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Outros títulos
Bullet Train Explosion - Estados Unidos da América
Shinkansen Daibakuha - Japão
Sinopse
Um trem-bala rumo a Tóquio corre risco de explosão se a velocidade ficar abaixo de 100 km/h, e as autoridades correm contra o tempo para salvar todas as pessoas a bordo.
Thriller japonês enérgico do começo a fim, que mistura ação com suspense psicológico, e é uma releitura moderna de um clássico do gênero, o também japonês “O trem bala” (1975), escrito e dirigido por Junya Satō, com o astro Ken Takakura. O filme anterior era um disaster movie feito numa década de grandes filmes do assunto, como “Aeroporto” (1970), “O destino de Poseidon” (1972) e “Inferno na torre” (1974). Agora a direção é do cineasta japonês Shinji Higuchi, realizador de reboots de filmes da cultura pop japonesa, como “Shin Godzilla” (2016) e “Shin Ultraman” (2022) – “Shin” é um termo para “Novo”. O filme se passa em apenas um dia, dentro de um trem-bala em movimento, prendendo a atenção pela tensão constante. Daqueles filmes entretenimento de corrida contra o tempo, em que autoridades e passageiros precisam lidar não apenas com o perigo físico, mas também com o pânico e os dilemas emocionais que surgem em situações extremas. O filme destaca-se pelo uso de efeitos visuais modernos que intensificam a sensação de claustrofobia e velocidade, além de enquadramentos elaborados e câmera frenética. No elenco, nomes como Tsuyoshi Kusanagi e Kanata Hosoda. O original “O trem-bala” inspiraria fitas semelhantes, sendo o mais conhecido “Velocidade máxima” (1994), deslocando a ação do trem para um ônibus urbano cheio de bombas. Produção da Netflix, disponível no catálogo do streaming. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
O filme é estranho, tem hora que parece que o trem tem 30 metros e cerca de 3 vagões, e tem hora que parece que tem mais de 100 metros e vários vagões.
E o pior, é que em certo momento disseram que cada vagão tem 25 metros.
Thriller japonês enérgico do começo a fim, que mistura ação com suspense psicológico, e é uma releitura moderna de um clássico do gênero, o também japonês “O trem bala” (1975), escrito e dirigido por Junya Satō, com o astro Ken Takakura. O filme anterior era um disaster movie feito numa década de grandes filmes do assunto, como “Aeroporto” (1970), “O destino de Poseidon” (1972) e “Inferno na torre” (1974). Agora a direção é do cineasta japonês Shinji Higuchi, realizador de reboots de filmes da cultura pop japonesa, como “Shin Godzilla” (2016) e “Shin Ultraman” (2022) – “Shin” é um termo para “Novo”. O filme se passa em apenas um dia, dentro de um trem-bala em movimento, prendendo a atenção pela tensão constante. Daqueles filmes entretenimento de corrida contra o tempo, em que autoridades e passageiros precisam lidar não apenas com o perigo físico, mas também com o pânico e os dilemas emocionais que surgem em situações extremas. O filme destaca-se pelo uso de efeitos visuais modernos que intensificam a sensação de claustrofobia e velocidade, além de enquadramentos elaborados e câmera frenética. No elenco, nomes como Tsuyoshi Kusanagi e Kanata Hosoda. O original “O trem-bala” inspiraria fitas semelhantes, sendo o mais conhecido “Velocidade máxima” (1994), deslocando a ação do trem para um ônibus urbano cheio de bombas. Produção da Netflix, disponível no catálogo do streaming. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
Foi bem tenso em alguns momentos, mas no geral, faltou tensão e sobrou história tosca.
O terrorista não foi surpresa, e o motivo foi tosquíssimo.
O filme é estranho, tem hora que parece que o trem tem 30 metros e cerca de 3 vagões, e tem hora que parece que tem mais de 100 metros e vários vagões.
E o pior, é que em certo momento disseram que cada vagão tem 25 metros.
Filme meia boca.
Remake do aclamado filme japonês "Bullet Train", de 1975, faltou mais adrenalina.
Eu gostei. É um filme carregado de ação, suspense e drama.
Filme leve e desproporcional.
Recomendo!