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"Os diferentes acentos de alguns habitantes da cidade de Brasília. Os entrevistados são naturais do Pará, Amazonas, Alagoas, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais e Bahia. Cinco dos entrevistados, um de cada região geográfica brasileira, falam de sua participação no filme, pronunciam uma mesma série de palavras e nomeiam uma mesma série de objetos e fenômenos."
Extraído do site da cinemateca brasileira.
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9
interessante demais esses depoimentos de uma pessoa de cada estado, da pra ver que além do sotaque, a perspectiva de cada um era diferente. o mais engraçado que como todo mundo parecia falar mais formal naquela época, era mais dificil de identificar o lugar que nasceu só pela fala
O melhor de Brasília é essa deliciosa mistura de sotaques.
Mais um filme que vi apenas para cumprir tabela, já que estava participando de uma Mostra integral do Nelson Pereira dos Santos... E, de repente, que baque: uma obra-prima, um dos filmes basilares do Cinema Novo, numa perspectiva de radical apaziguamento com o povo, potencial público-alvo. Polifônico em mais de um sentido e minuciosamente enquadrado: filme sobre vozes que se manifestam e interagem entre si e com o público. Numa iniciativa audaciosa, o diretor permite que os entrevistados antecipem as suas impressões acerca do resultado final. Genial: Sociologia participativa de primeiríssimo quilate! (WPC>)
Muita boa a estratégia de colocar os personagens para conversar entre si, pois quebra essa coisa "burocrática" que é típica dos documentários desse tipo. A última cena é espetacular!