Depois que um corpo desaparece de dentro da prisão, uma série crimes começa a acontecer, todos idênticos aos praticados pelo homem morto. Com o Inspetor Juve dado como morto, o jornalista Fandor começa a investigar os casos sozinho. Será que a justiça finalmente vai capturar Fantomas?
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Indiscutivelmente Fantomas é uma séria muito bem feita , em especial dada sua data de criação. Muito criativo e precursor.
"O Morto que Mata" é o terceiro capítulo - e o único com duração suficiente para ser considerado um longa-metragem - da série cinematográfica dividida em cinco partes sobre o malfeitor 'Fantômas', mestre dos disfarces, mágico, ladrão e assassino. Nesse terceiro episódio, Feuillade apresenta sua direção mais 'ousada' até aqui, arriscando até alguns 'travellings' curtos com a câmera a fim de causar momentos de surpresa no espectador. Também já possui ideias que seriam depois reaproveitadas em "Os Vampiros" (como a vestimenta dos criminosos, e uma importante cena de assalto em um baile da alta sociedade). Mas sua desnecessária longa duração o torna, também, mais cansativo de se acompanhar.
Cinema stritu-senso!
Um pouco mais paradão em certas horas
também em comparação com os outros dois, porém também é o mais longo quase uma hora e meia...
surpreende demais,pois com "coisas simples" se faz um grande filme o engenho da história é sensacional,vale a pena visto que não são repetições a cada novo episódio as reviravoltas dão mais folego a série...
Com certeza Fantômas, tem muito a ensinar os "Bandidos de Hollywood" atuais...
Apesar de ser um filme serial como seus outros clássicos mais famosos e qualitativos, a pentassérie do Fantômas é independente, de maneira que ainda faltam cadastrar os outros quatro filmes.
Sempre me encanto com estas obras maravilhosas do Feuillade: demasiado realistas e demasiado poéticos, ao mesmo tempo, e contendo reviravoltas surpreendentes que só mesmo sua genialidade e engenho enredístico para conceber.