É véspera de Natal e Tori só quer ficar bêbada e festejar, mas quando um Papai Noel robótico em uma loja de brinquedos nos arredores enlouquece e começa uma matança desenfreada em sua pequena cidade, ela é forçada a lutar por sua sobrevivência.
Tinha uma premissa galhofa interessante, mas o diretor errou feio no ritmo. O começo é puro blá-blá-blá. Os diálogos são uma tranqueira de ruins, forçando uma vibe metaleira descolada que não convence ninguém.
A protagonista é chata para diabo, sem carisma nenhum e fala que nem uma maritaca. É difícil aguentar tanta tagarelice com aquele cara. Quando a carnificina do Papai Noel robótico finalmente começa, o filme melhora um pouco e entrega boas cenas de gore com um visual de neon legal, mas isso não salva a produção de ser ruim.
Valeu a tentativa pelo visual retrô e os efeitos, mas no geral deixa a desejar.
gostei da estética com bastante neon, e da ideia em geral, mas muito mal executada, pq diabos inventaram de falar q o papai noel tem mais de 90 falas diferentes e não botaram uma fala se quer????
Filme parece uma releitura de Chopping Mall (1986) misturado com uma releitura de Natal Sangrento (1984). O filme tem um apelo exagerado às referências oitentistas, inclusive das músicas, principalmente do rock, porém feito de uma forma chata por meio do insuportavelmente longo diálogo dos dois primeiros personagens. A matança é boa, o gore trash é até legal, mas o filme não se sustenta por si. Tenta se ancorar demais em tudo que já foi feito e não tem identidade NENHUMA. É aquele ditado: às vezes, menos é mais!! Aquela iluminação neon apelativo com o contraste clássico verde vermelho, com uma trilha sonora barulhenta o filme todo, com aqueles diálogos interminais, criou um hiperestímulo extremamente cansativo, além claro
. Peronagens rasos e chatos, matança desgovernada, boneco dá pane sem mais nem menos. Sério: muito pretensioso e, sinceramente, entrega bem pouco!! Acho que uma coisa que salvou um pouco foi a atuação da final girl (fora a parte dos diálogos q eu mesmo queria entrar lá e matar ela)...
Tinha uma premissa galhofa interessante, mas o diretor errou feio no ritmo. O começo é puro blá-blá-blá. Os diálogos são uma tranqueira de ruins, forçando uma vibe metaleira descolada que não convence ninguém.
A protagonista é chata para diabo, sem carisma nenhum e fala que nem uma maritaca. É difícil aguentar tanta tagarelice com aquele cara. Quando a carnificina do Papai Noel robótico finalmente começa, o filme melhora um pouco e entrega boas cenas de gore com um visual de neon legal, mas isso não salva a produção de ser ruim.
Valeu a tentativa pelo visual retrô e os efeitos, mas no geral deixa a desejar.
Terminando 2025 em sua pior forma. Feliz ano novo a todos!
gostei da estética com bastante neon, e da ideia em geral, mas muito mal executada, pq diabos inventaram de falar q o papai noel tem mais de 90 falas diferentes e não botaram uma fala se quer????
eu teria feito ele sair por ai matando e falando ho ho ho o filme inteiro, pelo amor de deus que protagonistas chatos tb
Filme parece uma releitura de Chopping Mall (1986) misturado com uma releitura de Natal Sangrento (1984). O filme tem um apelo exagerado às referências oitentistas, inclusive das músicas, principalmente do rock, porém feito de uma forma chata por meio do insuportavelmente longo diálogo dos dois primeiros personagens. A matança é boa, o gore trash é até legal, mas o filme não se sustenta por si. Tenta se ancorar demais em tudo que já foi feito e não tem identidade NENHUMA. É aquele ditado: às vezes, menos é mais!! Aquela iluminação neon apelativo com o contraste clássico verde vermelho, com uma trilha sonora barulhenta o filme todo, com aqueles diálogos interminais, criou um hiperestímulo extremamente cansativo, além claro
do papai noel que não morria NUNCA
Filme de baixíssimo orçamento, mas divertido.