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Data de lançamento
31 Ago. 2023Duração
Baseado na vida do poderoso empresário italiano de carros esportivos Enzo Ferrari, mostrando como Ferrari e sua família revolucionaram a indústria automotiva e, de certa forma, ajudaram a criar o conceito das corridas de Fórmula 1. Em 1957, o ex-piloto Enzo Ferrari está em crise. A falência assombra a empresa que ele e a esposa, Laura, construíram, enquanto seu casamento está instável. Ele decide contrapor as perdas apostando tudo na corrida Mille Miglia, na Itália.
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A maquiagem do Adam Driver ficou impressionante, só descobri que era ele vendo o elenco. Quanto ao filme poderia ser um pouco mais curto.
O filme é muito mais drama que ação, então para o desavisado que for assistir esperando ver corridas históricas ou como foi a trajetória da Ferrari na F1 vai se decepcionar.
Ainda assim a ação está presente, com a recriação impecável das corridas e carros de época, dando a sensação de estarmos de fato acompanhando duelos da década de 50. As sequências de acidentes também são espetaculares, destacando uma cena impressionante de um carro sendo arremessado contra a plateia no final do filme. O realismo é brutal e com certeza marcará a memória de quem assistir.
Apesar destas doses de adrenalina, a maior parte do filme é mesmo dedicado aos dramas pessoais do Enzo Ferrari (brilhantemente interpretado pelo Adam "motorista"). Mesmo com seus momentos de monotonia, é interessante saber sobre os perrengues que o Enzo enfrentou para manter a escuderia funcionando mesmo atolado em dívidas e até acompanhar suas puladas de cerca sigilosas...
O cara era um obstinado e como é dito no filme: outros donos de equipes só corriam para vender carros, enquanto ele vendia carros pela satisfação de poder financiar as corridas.
No fim é mais um grande trabalho do Michael Mann que soube equilibrar ação e melodrama na medida certa ao trazer para as telas a cinebiografia desta lenda do automobilismo.
Curiosidades: Tanto os carros da Ferrari quanto os da Maserati são vermelhos. Embora possa parecer confuso para o espectador, isso é historicamente preciso. Na época em que o filme se passa, os carros eram coloridos de acordo com a nacionalidade. Os carros italianos eram vermelhos, os franceses azuis, os alemães brancos e os britânicos verde-escuros.
Na representação macabra do acidente de Alfonso De Portago, um cadáver é mostrado partido ao meio. O copiloto Nelson de fato foi cortado ao meio em decorrência do impacto.
Devido ao elevado número de mortes entre pilotos e espectadores, a Mille Miglia de 1957 foi a última em seu formato original. Houve 56 mortes conhecidas em 24 edições.
Patrick Dempsey é o proprietário da Dempsey Racing, que compete na série Tudor United Racing e possui licenças de competição que lhe permitem pilotar uma ampla variedade de carros de corrida. Ele já competiu nas 24 Horas de Daytona (corrida de carros esportivos) e nas 24 Horas de Le Mans.
- Achei o filme um pouco parado, apenas as cenas de corrida deram alguma emoção. Porém o sub texto de drama familiar, tiro, porrada e bomba foi o que deu o tom do filme.
- Consegui entender a magia do esporte através desse filme. E que definitivamente é um esporte de DNA muito europeu rs
- Quem cresceu com a scuderia Ferrari causando raiva no povo e fazendo tocar o hino da Itália GP sim e GP tbm, nem imagina que ela um dia esteve à beira da falência.
- No fim Ferrari e Fiat ocuparam cada um uma fatia extremamente diferente do mercado automotivo.
- Tenho pra mim que foi aqui que o Gabriel Leone "agarrou" o personagem de Senna rs Ele foi mais um que recalculou a rota e saiu da caixinha... E tá colhendo os frutos hoje rs
- A cena do acidente que matou o personagem do Leone foi bem gráfica.
Bom filme.
Filme bacana mas meio parado. Obs: esse Enzo não valia nada hein, kkk.
Demorei para sacar que o Enzo era o Adam Driver, a maquiagem foi bem convincente.