No caminho de volta para a sua casa, Tom Buchanan passa pela cidade de Agry, na fronteira entre a Califórnia e o México, e acaba se envolvendo em um conflito entre o mexicano Abe Carbo e a família que domina a região.
Mais um faroeste visto da dupla Randolph Scott e Budd Boetticher que faziam sempre ótimas fitas de westen. Aqui não foi diferente; Tom Buchanan (Randolph Scott) é um homem que passa por a cidade divisa Califórnia e México antes de ir pra casa e acaba se envolvendo com a morte de um baderneiro da cidade e com o delegado da cidade cujo aplica sua Lei arbitrária. Fotografia colorida e atrativa em Technicollor. Bom westen
É incrível a quantidade de situações num filme tão curto: cada personagem possui múltiplas camadas de importância social e, a cada interação, suas funções tramáticas modificam-se, são ressignificadas... O desfecho é providencial, mas é a protagonização de Randolph Scott que, como de praxe, chama a atenção em sua valoração ética da solidão benevolente. Manuel Rojas é um gracioso coadjuvante e Peter Whitney é um arremedo de vilão muito engraçado. A fotografia super colorida é ótima e o roteiro surpreende pela multiplicidade de interesses de leitura. Budd Boetticher é simplesmente genial! Em dado momento, tive a impressão de sobrecarga (as fugas "fáceis", por exemplo), mas, ao final, tudo funciona brilhantemente em sua síntese discursiva. Faroeste de primeira! (WPC>)
Gostei!
Agora, os caras ficam amarrados com as armas nas cinturas e com os cavalos fora. Saem todos os tres. Aí não dá pra defender hahaha
Mais um faroeste visto da dupla Randolph Scott e Budd Boetticher que faziam sempre ótimas fitas de westen. Aqui não foi diferente; Tom Buchanan (Randolph Scott) é um homem que passa por a cidade divisa Califórnia e México antes de ir pra casa e acaba se envolvendo com a morte de um baderneiro da cidade e com o delegado da cidade cujo aplica sua Lei arbitrária. Fotografia colorida e atrativa em Technicollor. Bom westen
Aquele faroeste padrão realizado entre vários na hollywood da década de 1950´,satisfatório dentro da proposta entreter.TCM,em07-04-21..
Outro ótimo faroeste do Budd Boetticher. Scott muito bem como de praxe.
É incrível a quantidade de situações num filme tão curto: cada personagem possui múltiplas camadas de importância social e, a cada interação, suas funções tramáticas modificam-se, são ressignificadas... O desfecho é providencial, mas é a protagonização de Randolph Scott que, como de praxe, chama a atenção em sua valoração ética da solidão benevolente. Manuel Rojas é um gracioso coadjuvante e Peter Whitney é um arremedo de vilão muito engraçado. A fotografia super colorida é ótima e o roteiro surpreende pela multiplicidade de interesses de leitura. Budd Boetticher é simplesmente genial! Em dado momento, tive a impressão de sobrecarga (as fugas "fáceis", por exemplo), mas, ao final, tudo funciona brilhantemente em sua síntese discursiva. Faroeste de primeira! (WPC>)