Um menino vive se deslocando entre as casas de seus pais recém-divorciados. Momentos surreais e oníricos se misturam com as realidades domésticas de uma família nos anos 80 em Toronto.
De todos os curtas este é o que melhor me atraiu, pois não cai no clichê, muito menos num sentimentalismo barato com aquelas notas de piano aqui e ali (como nos muitos da Pixar), e tem todo um processo que parece que está se perdendo nas animações que é a parte mais artesanal, que dá a este trabalho um status de arte, de encantamento, de que não é apenas tecnologia, mas ainda a técnica de habilidade com as mãos.
Os traços desta animação são bem delicados, o roteiro é interessante, pois parte da perspectiva infantil, e não é um mundo que é realista, e daí surge a oportunidade de utilizar daquele surrealismo nalgumas cenas, de adentrar sonhos, pesadelos, pensamentos. Tem a melancolia de se olhar numa janela como que uma visão de um pedaço da vida que se foi, e do protagonista tentar entender o que causou tudo aquilo, quem eram os monstros que povoavam sua infância e que fizeram dela algo não tão bom quanto queria.
Sentimental sem ser piegas e clichê, muito bem animado e ainda possui uma pitada de terror e surrealismo. Evoca a diversão e inocência dessa época ao mesmo tempo que traz a ansiedade e incerteza de não ter controle nenhum da situação. Ótimo uso de Money for Nothing.
Ouvir Dire Straits no carro com o pai - identificação total!
De todos os curtas este é o que melhor me atraiu, pois não cai no clichê, muito menos num sentimentalismo barato com aquelas notas de piano aqui e ali (como nos muitos da Pixar), e tem todo um processo que parece que está se perdendo nas animações que é a parte mais artesanal, que dá a este trabalho um status de arte, de encantamento, de que não é apenas tecnologia, mas ainda a técnica de habilidade com as mãos.
Os traços desta animação são bem delicados, o roteiro é interessante, pois parte da perspectiva infantil, e não é um mundo que é realista, e daí surge a oportunidade de utilizar daquele surrealismo nalgumas cenas, de adentrar sonhos, pesadelos, pensamentos. Tem a melancolia de se olhar numa janela como que uma visão de um pedaço da vida que se foi, e do protagonista tentar entender o que causou tudo aquilo, quem eram os monstros que povoavam sua infância e que fizeram dela algo não tão bom quanto queria.
Sentimental sem ser piegas e clichê, muito bem animado e ainda possui uma pitada de terror e surrealismo. Evoca a diversão e inocência dessa época ao mesmo tempo que traz a ansiedade e incerteza de não ter controle nenhum da situação. Ótimo uso de Money for Nothing.
Ps: nunca deixe sua criança ver Videodrome.
a mãe dele é a Numero 3 da Turma do Bairro?....
De todos o mais fraco, a tematica é muito boa, um assunto que pega na mão de muita gente, mas não rendeu.