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Flag Day: Dias Perdidos - Brasil
Sinopse
Adaptação ao cinema das memórias de Jennifer Vogel, que contará a história do pai da autora, um assaltante, incendiário e falsificador, que buscava, além da da riqueza, sustentar seu vício em álcool e drogas.
O longa tem seus momentos de altos e baixos mas ainda assim mantém o interesse muito pela atuação sempre eficiente de Penn (tb na direção) e da filha real Dylan no papel principal. Bom filme!
A história de Jennifer Vogel me encantou. A narrativa não é fácil de digerir. Muitos acontecimentos pesados e muitas questões envolvendo paternidade. Ter Sean Penn atuando com sua filha, Dylan Penn, e seu filho, Hopper Penn, torna toda composição muito especial. Ainda mais fantástico para mim foi ter o deleite de ouvir canções de Eddie Vedder, meu cantor favorito da vida, ao longo do longa e, nos créditos, ser agraciada por uma música pela qual sou apaixonada antes mesmo de ter assistido ao filme, "My father's daughter", composta por Eddie Vedder e Glen Hansard, e interpretada pela linda voz da filha de Eddie, a Olivia Vedder. A ideia de trazer para a produção do filme pais e filhas foi muito genial. A história real da jornalista e escritora Jennifer Vogel e seu pai John Vogel, o enredo cheio de altos e baixos, a linearidade da narrativa que se inicia "in medias res" e a passagem do tempo na vida das personagens, a fotografia espetacular das cenas, a trilha sonora cativante, o elenco familiar... tudo isso se soma e resulta em um saldo muito positivo, tornando o filme cheio de sentimentalismos, sentidos e significados.
O longa tem seus momentos de altos e baixos mas ainda assim mantém o interesse muito pela atuação sempre eficiente de Penn (tb na direção) e da filha real Dylan no papel principal. Bom filme!
Não gostei. Baseado em um historia verídica o filme pouco focaliza no pai, mas acaba
ficando na filha.
A história de Jennifer Vogel me encantou. A narrativa não é fácil de digerir. Muitos acontecimentos pesados e muitas questões envolvendo paternidade. Ter Sean Penn atuando com sua filha, Dylan Penn, e seu filho, Hopper Penn, torna toda composição muito especial. Ainda mais fantástico para mim foi ter o deleite de ouvir canções de Eddie Vedder, meu cantor favorito da vida, ao longo do longa e, nos créditos, ser agraciada por uma música pela qual sou apaixonada antes mesmo de ter assistido ao filme, "My father's daughter", composta por Eddie Vedder e Glen Hansard, e interpretada pela linda voz da filha de Eddie, a Olivia Vedder. A ideia de trazer para a produção do filme pais e filhas foi muito genial. A história real da jornalista e escritora Jennifer Vogel e seu pai John Vogel, o enredo cheio de altos e baixos, a linearidade da narrativa que se inicia "in medias res" e a passagem do tempo na vida das personagens, a fotografia espetacular das cenas, a trilha sonora cativante, o elenco familiar... tudo isso se soma e resulta em um saldo muito positivo, tornando o filme cheio de sentimentalismos, sentidos e significados.
Ruim demais, cansativo, nada te prende e meio perdido as vezes.
Ai gente, rs, Sean Penn se perdeu muito no personagem como diretor.