Dra. Elaine Frederick, uma cientista louca, está trabalhando no desenvolvimento de larvas que preferem carne humana, enquanto seus serviços são usados para fazer um clone de Adolf Hitler. Ela coopera com o plano de ressuscitar Hitler como uma forma de se vingar pela morte de seus pais, presos políticos executados em um campo de concentração. Enquanto convence a todos que os vermes comedores de carne são para pesquisas de regeneração, ela simplesmente quer jogá-los na cara do Hitler ressuscitado.
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"and this one is for democracy!" UHEUHEUHEUHUEHUHEUH' eu ri de nervoso o tempo todo! que morte horrível pra uma carreira hein Veronica Lake, uma das piores coisas que já vi na vida, eu AMEI!
É impressionante pensar que, Veronica Lake, um dos ícones mais populares da década de 40 e lembrada por sua beleza elegante e enigmática, terminaria sua carreira estrelando em um filme pra lá de trash (produzido por ela mesma) chamado "Flesh Feast" (algo como banquete de vísceras). Infelizmente, o filme é mais monótono e amador que grotesco. Há certamente alguns prazeres perversos a serem encontrados aqui - a atmosfera deprimente devido ao baixíssimo orçamento, a aparência decadente e inóspita dos cenários, uma estória absurda e o fato de estrelar uma Veronica Lake envelhecida e lunática.
Considerando o nome do filme, há pouquíssimo sangue ou horror, o que presenciamos pela maior parte do filme são diálogos sem sentido entre personagens estranhos e desagradáveis (incluindo enfermeiras suspeitas e uma máfia alemã com sotaque italiano) e Veronica Lake de avental entrando e saindo de um laboratório horroroso enquanto cuida de suas larvas (que supostamente seriam usadas em algum experimento revolucionário visando rejuvenescer rostos, mas que para isso precisam ser alimentadas com carne humana). O desenrolar da narrativa culmina, por incrível que pareça, em uma aparição de Hitler.
Apesar de um ritmo lento e de uma desanimadora falta de situações interessantes, duas cenas são hilárias. A primeira ocorre quando uma enfermeira, por curiosidade, entra no laboratório proibido dos vermes e depois de horas o circulando finalmente nota o óbvio cadáver dependurado no teto, soltando em seguida vários gritos histriônicos. A segunda e talvez o único motivo real para ver o filme, trata-se da cena final onde Veronica Lake às gargalhadas e exibindo trejeitos exagerados e vilanescos executa uma tortura enquanto solta frases como: “Qual o problema? Você não gosta dos meus pequenos vermes? HÁ HÁ HÁ”.