O destaque fica com a brilhante atuação de Vincent Cassel como o policial amargurado e bêbado que enfrenta um drama em sua vida particular com o filho problemático e o vício em bebida, enquanto investiga o desaparecimento de um jovem.
com o pai sendo responsável pela morte do filho e a confissão da mãe que sabia que o marido abusava da filha deficiente é chocante. O envolvimento do policial com a mãe do rapaz desaparecido, soa bem forçado e inconvincente.
Poderia ter uns 30 minutos a menos já que temos cenas repetidas, como as conversas entre o policial e seu filho para enfatizar o conflito que já ficou patente na primeira cena.
Recentemente assisti dois dramas sobre crianças desaparecidas ("Sem Amor", filme russo e "Tratamento", filme belga), ambos bons, mas com resultados irregulares, assim como esse também. Vincent Cassel interpreta um policial alcoólatra desiludido e à beira de um ataque de nervos, ele está separado da mulher e tem um filho jovem, rebelde e problemático. Em meio à uma vida caótica, ele também começa a investigar um caso em que outro jovem está desaparecido. A trama tem um bom ponto de partida e o vizinho do desaparecido é o principal suspeito. A história até que corria bem, mas num certo ponto quando surge um fato inesperado, a meu ver, o filme perdeu bastante da qualidade (
O filme é uma exploração interessante sobre a loucura, fracassos e escolhas erradas. O predomínio de cores frias e as caras tristes, sem maquiagens, trazem um proposital tom sombrio ao filme que eu particularmente gosto. Boa atuação do Cassel.
O destaque fica com a brilhante atuação de Vincent Cassel como o policial amargurado e bêbado que enfrenta um drama em sua vida particular com o filho problemático e o vício em bebida, enquanto investiga o desaparecimento de um jovem.
O final
com o pai sendo responsável pela morte do filho e a confissão da mãe que sabia que o marido abusava da filha deficiente é chocante.
O envolvimento do policial com a mãe do rapaz desaparecido, soa bem forçado e inconvincente.
Poderia ter uns 30 minutos a menos já que temos cenas repetidas, como as conversas entre o policial e seu filho para enfatizar o conflito que já ficou patente na primeira cena.
Recentemente assisti dois dramas sobre crianças desaparecidas ("Sem Amor", filme russo e "Tratamento", filme belga), ambos bons, mas com resultados irregulares, assim como esse também. Vincent Cassel interpreta um policial alcoólatra desiludido e à beira de um ataque de nervos, ele está separado da mulher e tem um filho jovem, rebelde e problemático. Em meio à uma vida caótica, ele também começa a investigar um caso em que outro jovem está desaparecido. A trama tem um bom ponto de partida e o vizinho do desaparecido é o principal suspeito. A história até que corria bem, mas num certo ponto quando surge um fato inesperado, a meu ver, o filme perdeu bastante da qualidade (
aquela cena inesperada entre o "affair" do policial com a mãe do menino desaparecido ficou totalmente descabida
Faltou também uma melhor conclusão para definir a situação entre o pai policial e o filho.
Meia boca com um final péssimo dos péssimos
É até interessante... mas ficaria melhor com uns 60 minutos a menos!!
O filme é uma exploração interessante sobre a loucura, fracassos e escolhas erradas. O predomínio de cores frias e as caras tristes, sem maquiagens, trazem um proposital tom sombrio ao filme que eu particularmente gosto. Boa atuação do Cassel.