Este drama biográfico do diretor Mervyn LeRoy mereceu uma indicação ao Oscar de melhor filme por retratar com grande sensibilidade a vida da engajada dona de casa Edna Gladney (Greer Garson). Após passar por amargas experiências de vida, ela se casa com o texano Sam Gladney (Walter Pidgeon). O casal tem um filho, que morre precocemente. Ao mesmo tempo, Edna descobre que não poderá ter outra criança e assim decide se dedicar a algo para preencher sua vida. Ao observar que o tratamento dado às crianças órfãs e abandonadas não é exatamente o que poderia chamar de terno, ela abre uma casa de adoção e encaminha as crianças a lares onde possam ter uma vida digna.
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Segundo filme seguido do Leroy que me emociona, não sei sé sua condução muito adequada ou se é Greer Garson que é um espetáculo em termos de empatia, mas tudo que tinha para descambar no clichê choroso acaba com um sentimento lindo humanitário. Melodrama dos bons, dos ótimos mesmo para aqueles que como eu, não dão muita bola para o gênero.
Extraordinário
Assisti com a minha mãe quando criança então agora, depois que ela se foi, ele tem um duplo significado nostálgico para mim...
De todo modo, me ensinou ainda muito criança que todos são iguais e não existem seres humanos ilegítimos.
Revi ontem. Só não é meu filme favorito da Greer por causa da "Random Harvest". Mas, gente, que filme. Chorei do início ao fim.
Filmaço!
Eu caguei de rir na cena
que o médico pergunta a idade da senhora, ela fala que tem 34 kkkk, ele só olha pra ela com aquela cara e escreve "over 50" kkkkk
"There are no illegitimate children. There are only illegitimate parents."