Takayoshi Toyama (Hironobu Nomura) tem um trabalho bem remunerado, uma casa ultramoderna e espaçosa e uma esposa lindíssima, Shizuko (Aya Sugimoto), que por sua vez é uma bailarina de tango famosa mundialmente. O único problema é que Shizuko é frígida e nunca chega completar o ato sexual.
Um dia um grupo de yakuzas liderado por Kanzo Morita (Kenichi Endo) se apresenta no escritório de Toyama e lhe mostra um vídeo em que ele se vê subornando um político. Como Toyama não pode pagar o dinheiro pedido pelos mafiosos, Morita lhes propõe um trato para que não levem o vídeo a policía. Seu chefe Ippei Tashiro (Renji Ishibashi) está completamente obcecado por Shizuko e se esqueceria do vídeo se Toyama lhe deixar passar uma noite com sua esposa. Toyoma aceita o trato, já que sabe que Tashiro é um inválido 95 anos, pensando que não há nada a temer. Ledo engano.Durante um baile de máscaras, Shizuko é sequestrada pelos yakusas sem saber que foi com o consentimento de seu marido sendo levada para uma sala escura, sendo submetida a todo tipo de jogo sádico.
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Não é melhor que o original e o rebut de 2014 é superior, se estiver interessado na estória eu recomendo o original ou o rebut.
Fica pendendo entre pornô e filme, mas não preenche devidamente nenhum dos gêneros. Mostra pouco demais para ser pornô, e tem história de menos para ser um filme convencional. Porém, creio que essa seja a intenção desse estilo de filme, então não é como se o diretor tivesse fracassado. A fotografia é linda, e shibari mais tatuagem yakuza é de acabar com o coração.
O começo é promissor, mas o restante é um tédio!
Ruimmmmm, parece filme do cine privê, Longo e chato.
As cenas são muito bem feitas, conseguem "mostrar sem mostrar", claramente foi um filme japonês feito para agradar os fãs do gênero, porém por essa mesma questão ele falha e cruelmente; as cenas não possuem sequer teor apelativo, toda a nudez misturada ao bondage e sadomasoquismo são superficiais, para não dizer até mesmo inocente, claro, não estamos falando de um filme pornográfico, mas as cenas não chocam como deveriam chocar, como chocam no estupro em "Irreversivel" de Gaspar Noé ou as cenas sexo explicito de "Thriller: Um filme muito cruel". O roteiro também não colabora, tem um ótimo inicio, até a prequencia da personagem chofer, a partir daí tudo se torna exclusivamente estética visual, e procede dessa forma até próximo ao fim, infelizmente.
A beleza da atriz é um trunfo estonteador e as cenas de sexo também, conseguem transpor uma sensualidade singular, como por exemplo, a cena pré-final, mas infelizmente os pontos negativos prevalecem sobre os positivos.
Veredito: Um bom filme, pode ser bizarro pra quem não conhece nada do assunto, mas deixem-se levar pelas belas cenas que existem no meio de tantas falhas, se procura um roteiro bem construído, ou um filme com muita putaria, passe longe. 6/10