- o khouri é um vira-latas safado mesmo, não basta querer emular o cinema gringo em todos os filmes, nesse ele tem a pachorra de fazer falado em inglês - tenta dar um charme, mas fica cafona e pedante - fim de carreira é triste, mas se salvam algumas coisas
Em comparação a todos os filmes de Walter Hugo Khouri que eu vi, esse Forever é bem fraquinho. Achei até meio cafona em alguns momentos... Prefiro o final de Marcelo no filme O Desejo.
De fato,da cinebiografia do cineasta Walter Hugo Khouri,este PARA SEMPRE,esta longe de ser seu melhor trabalho,infelizmente de ritmo arrastado,enfadonho,ou talvez o diretor de Noite Vazia tenha ´´errado a mão``,pois sempre citada verve Bergamaniana era +adequada nos longínquos anos 1970.Os diálogos em inglês soou forçado,achei.
Sempre quis assistir esse filme por saber ser o "debut" da Ana Paula Arósio (tão linda que parece uma pintura nesse filme).
Apesar da premissa interessante, da belíssima fotografia e da presença (mesmo que em um personagem pequeno) da Arósio, confesso que achei o filme demasiado chato. A condução me pareceu equivocada e maçante... E a trilha sonora? Me remeteu aos "cRássicos" do extinto Cine Privè da band.
- o khouri é um vira-latas safado mesmo, não basta querer emular o cinema gringo em todos os filmes, nesse ele tem a pachorra de fazer falado em inglês
- tenta dar um charme, mas fica cafona e pedante
- fim de carreira é triste, mas se salvam algumas coisas
Em comparação a todos os filmes de Walter Hugo Khouri que eu vi, esse Forever é bem fraquinho. Achei até meio cafona em alguns momentos... Prefiro o final de Marcelo no filme O Desejo.
Vou assistir hoje...
(Só para fazer uma analise antropologica.)
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De fato,da cinebiografia do cineasta Walter Hugo Khouri,este PARA SEMPRE,esta longe de ser seu melhor trabalho,infelizmente de ritmo arrastado,enfadonho,ou talvez o diretor de Noite Vazia tenha ´´errado a mão``,pois sempre citada verve Bergamaniana era +adequada nos longínquos anos 1970.Os diálogos em inglês soou forçado,achei.
Sempre quis assistir esse filme por saber ser o "debut" da Ana Paula Arósio (tão linda que parece uma pintura nesse filme).
Apesar da premissa interessante, da belíssima fotografia e da presença (mesmo que em um personagem pequeno) da Arósio, confesso que achei o filme demasiado chato.
A condução me pareceu equivocada e maçante... E a trilha sonora? Me remeteu aos "cRássicos" do extinto Cine Privè da band.