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344Número de Fãs

Nascimento: 16 de Julho de 1975 (41 years)

São Paulo, São Paulo - Brasil

Ela é filha do mecânico industrial Carlos Arósio e da empresária Claudete Aparecida Arósio. Seus pais recebiam, e recusavam, propostas para que a filha estrelasse peças publicitárias desde que ela tinha quatro anos. Quando completou 12 anos, decidiu iniciar sua carreira como modelo, após ser descoberta por uma publicitária em um supermercado, tornando-se uma das mais bem-sucedidas do Brasil. Sua estréia deu-se através da Agência Stilo, coligada da Agência Galharufas e coordenada pelo fotógrafo Paulo Sadao. Em pouco tempo, já brilhava nas passarelas e revistas do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa, foi capa de cerca de 250 publicações no mundo todo.

Depois de estampar centenas de capas de revistas e protagonizar diversos comerciais de televisão, partiu para a carreira de atriz, onde estreou aos 18 anos, no filme ítalo-brasileiro Forever, do diretor Walter Hugo Khouri, com participação de Ben Gazzara. Aos 19 anos, aceitou o convite para fazer uma participação na novela Éramos Seis, em 1994, no SBT. Na emissora, trabalhou também em Razão de Viver, de 1996, e Os Ossos do Barão, de 1997.
Nesse período, atuou na peça Batom, de 1995, e numa montagem de Fedra, de 1997. Seu desempenho neste trabalho chamou a atenção do diretor Wolf Maya, que a convidou para protagonizar a minissérie Hilda Furacão, de 1998. Para o papel da prostituta que se apaixona por um jovem frei, o diretor queria alguém desconhecido do grande público. Porém, Ana ainda fazia parte do elenco de contratados pelo SBT. Um acordo entre as duas emissoras permitiu que a atriz vivesse a personagem, cujas cenas foram gravadas em apenas três meses. Com a estréia bem sucedida na Globo, foi lançada ao estrelato, obteve um maior reconhecimento do seu trabalho, foi bastante elogiada e recebeu diversos prêmios, entre eles o Melhores do Ano - Domingão do Faustão, na categoria Revelação do Ano.

Um fato que abalou a vida pessoal da atriz, foi o suicídio do empresário Luiz Carlos Tjurs, seu então noivo, no ano de 1996. O episódio, ocorrido a na sua frente, deixou-a traumatizada por vários meses.

Na época, Ana Paula também obteve grande reconhecimento como a garota-propaganda da empresa de telecomunicações Embratel, servindo como o "rosto" da empresa em diversos comerciais de televisão nos quais dizia a frase "Faz um 21!".

Seu primeiro trabalho como atriz exclusiva da TV Globo aconteceu no ano seguinte, em Terra Nostra, de 1999. A novela retratava a chegada dos emigrantes italianos ao Brasil e a sua influência na sociedade brasileira na virada do século XIX. Na trama, viveu a protagonista Giuliana, par romântico de Matteo, personagem de Thiago Lacerda.

Em 2001, protagonizou a minissérie Os Maias, na pele de Maria Eduarda Maia, que na trama acaba por envolver-se com o próprio irmão, vivido pelo ator Fábio Assunção. Em 2002, trabalhou na novela Esperança, quando viveu a jovem judia Camilli, cujo comportamento fugia aos padrões de sua religião e da sociedade paulista de 1930. Foi nesse ano, que atuou na peça mais importante de sua carreira, Casa de Bonecas, em que além de atur, também despontou como produtora.

Em 2004, encarnou Yolanda Penteado na minissérie Um Só Coração, produzida em comemoração aos 450 anos de fundação da cidade de São Paulo. Também nesse ano, ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme Celeste & Estrela, no 3º Festival de Cinema de Varginha.

Em 2005, voltou a fazer par romântico com Fábio Assunção, em uma produção da Globo, ao protagonizar a minissérie Mad Maria. Suas cenas foram gravadas no norte do Brasil e em Passa-Quatro, Minas Gerais, e mostravam a construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré, em 1912.
Nesse mesmo ano, atuou no filme O Coronel e o Lobisomem.

Sua primeira telenovela contemporânea veio em 2006, com Páginas da Vida. Até então, só havia trabalhado em produções de época.

Em 2007, foi escolhida a nova garota-propaganda da marca Avon.

Em 2008, viveu a sua primeira mãe de mocinha, na novela Ciranda de Pedra, que é uma releitura da versão exibida em 1981. Na trama, interpretou Laura, mulher que sofre de distúrbios emocionais, mãe de três meninas, a ardilosa Otávia, a religiosa Bruna e a romântica Virgínia, casada com o empresário Natércio e apaixonada pelo médico Daniel.

Em 2010, filmou o longa Como Esquecer, em que aparece na pele de uma professora universitária homossexual, que se envolve com uma aluna, interpretada por Bianca Comparato. Também está na minissérie Na Forma da Lei, que conta com outros fortes nomes, entre eles Luana Piovani e Márcio Garcia.

Ganhou três vezes o Troféu Imprensa: na categoria Revelação do Ano, como Hilda de Hilda Furacão, em 1998; na categoria Melhor Atriz, como a italiana Giuliana de Terra Nostra, em 1999; e também como Melhor Atriz pela judia Camille de Esperança, em 2002.