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Os reflexos da Grande Depressão de 1929 no cenário sociopolítico mundial, a queda do ciclo do café e a transformação do Brasil em um país formado por imigrantes de várias nacionalidades é o pano de fundo de Esperança, novela de Benedito Ruy Barbosa que conta a história de amor dos italianos Toni (Reynaldo Gianecchini) e Maria (Priscila Fantin), na década de 1930.
- Toni vive com os pais, Rosa (Eva Wilma) e Genaro (Raul Cortez), na cidade italiana de Civita. Ele é apaixonado e é correspondido por Maria, mas o influente pai da moça, Giuliano (Antônio Fagundes), não aceita o relacionamento da filha com um rapaz pobre. Entusiasmado com as histórias sobre o Brasil contadas por seu tio, o comunista Giuseppe (Walmor Chagas), Toni decide ir embora com Maria para São Paulo em busca de uma nova vida. O jovem chega a enfrentar Genaro, que é contra a viagem, e a relação de pai e filho é abalada. Giuliano impede Maria de viajar, e Toni embarca sozinho, com a promessa de buscar a namorada. Após sua partida, Maria, grávida, é obrigada a se casar com o fascista Martino (José Mayer). Toni viaja sem saber da gravidez da amada, que é consolada pela avó, Luiza (Fernanda Montenegro).
- Em São Paulo, Toni arranja emprego no armarinho do judeu Ezequiel (Gilbert) e é acolhido por sua família. Sem notícias de Maria, o italiano se envolve com a judia Camilli (Ana Paula Arósio), filha do patrão, e os dois vivem um belo mas conflituado romance. O principal triângulo amoroso da trama se consolida com o reencontro de Toni e Maria no Brasil: ele fica dividido entre o amor das duas mulheres. A italiana chega com o filho pequeno, Martininho, e o marido, que deixa a Itália após se envolver em conflitos políticos. Martino é assassinado, e Maria fica viúva.
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Legal de ser reassistida porque tem toda uma nostalgia.
A abertura e a arquitetura da novela são belíssimas. Porém, a temática não me pega. Essa coisa de "nossa, como o imigrante europeu sofreu vindo para o Brasil" não me atrai. Eu gostaria de ter visto mais foco na participação dos italianos nos movimentos operários.
O casal principal também não tem nenhuma química. Na época, torcia pra ele ficar com Camili. Agora estou entendendo o motivo.
Algumas falas da novela também envelheceram muito mal, "Meodeos" !! Mas eram outros tempos.
E por fim, (não é uma crítica, mas acho sempre engraçado isso) eu queria muito ver um italiano reagindo aos diálogos dessa novela: "bambino", "parlar", "nostra", "va bene"... Os caras aprenderam uma dúzia de palavras e adeus cursinho. Parece você colocando no currículo que fala inglês fluentemente. Contudo, se Hollywood bota o mundo todo falando inglês, as novelas brasileiras também têm a licença poética.
Gostava da abertura interpretada pela Laura Pausini
Eu gostava muito, a começar pela abertura maravilhosa. Ana Paula Arósio conte comigo pra tudo. Novelas italianas <3
A temática não é das que mais me agradam (imigrantes), mas me surpreendeu positivamente.
A melhor coisa dessa novela era a música de abertura Speranza na voz maravilhosa da Laura Pausini. O erro da novela foi colocar o Giane como par da Priscila Fantin, eles não tinham química nenhuma e a personagem dela era muito chatinha, ele deveria ter ficado com a Ana Paula Arósio, mesmo ela sendo louca rs