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A trama de Antônio Calmon gira em torno de um assassinato cometido pelo filho de um político corrupto (Marcio Garcia), que, mesmo tendo sido pego em flagrante, saiu impune. Um grupo de cinco colegas (Ana Paula Arósio, Luana Piovani, Samuel de Assis, Henri Castelli e Leonardo Machado) tentam colocá-lo atrás das grades.
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Justitia quae sera tamen, do latim “Justiça ainda que tardia”. A mensagem na lápide de Eduardo Moreno (Thiago Fragoso) traduz a temática do seriado, de autoria de Antônio Calmon e com direção-geral e de núcleo de Wolf Maya. Eduardo é covardemente assassinado, e o culpado, filho de um político influente, permanece impune. Os cinco amigos do rapaz, que presenciam o homicídio, prometem fazer justiça, sempre na forma da lei.
Curiosidades:
Antonio Calmon inspirou-se em uma cerimônia de formatura para escrever Na Forma da Lei. Em 2004, uma turma de formando em Direito dedicou a celebração a um colega assassinado em um dos primeiros períodos de faculdade.
As atrizes Luana Piovani e Ana Paula Arósio fizeram aulas de artes marciais e aprenderam a usar armas para compor suas personagens.
O início de cada episódio do seriado apresentava um resumo dos anteriores. Em alguns casos, o desfecho de determinada ação era apresentado logo no começo de um episódio, como a cilada contra o deputado Newton Lopez (Osmar Prado) e sua esposa Matilde (Vera Mancini) e o atentado contra Ana Beatriz (Ana Paula Arósio). A partir da cena, desenrolou-se toda a história.
Os episódios contaram com participações especiais, como a de Eva Wilma (Dra. Walfrida), Hugo Carvana (Jorginho Monteverdi), Othon Bastos (governador Marco Antonio de Almeida), Osmar Prado (deputado Newton Lopez), Paulo José (Dr. José Pedro), Vera Mancini (Matilde), Fúlvio Stefanini (Adilson Cerqueira), Wolf Maya (senador Simões), Dalton Vigh (Cesar Mascarenhas), Odilon Wagner (Dr. Rubens), Marcos Breda (Arnaldo Cardoso), Oscar Magrini (Nelson Guimarães), Ícaro Silva (Samuel/Davi), Kadu Moliterno (Thales Fonseca), Leona Cavalli (Belinda) e Ellen Roche (Denise Willians).
Saudade das obras do Antônio Calmon
Muito massa tmb uma série da hora que passou na tv globo mostrava o crime na classe média um politico corrupto e bizarro que chego a quase morre pra forja
Primeiramente, por que uma série tão boa é tão difícil de ser desfrutada, ainda que por vias particulares? Franca e infelizmente, haja inacessibilidade.
Os poucos episódios que consegui pescar no Viva foram-me envolventes de uma maneira absoluta. Concordo que o Márcio Garcia é realmente um pouco pé frio (como citado em outro comentário) mas vejo isso de maneira imprescindível visto que esse estava rodeado por atores de notável relevância justapostos em seus personagens devidamente destacados. E que Deus perdoe a arrogância Piovanesca na vida real pois como atriz ela surpreende novamente deslumbrando-me em um papel ativo e policial - vide Dupla Identidade - em que cumpre com maestria a persona que lhe foi designada. Obrigada, Canal Viva, por em alguns de meus dias sétimos proporcionar-me um verdadeiro espetáculo reexibindo essa excelente união de Direito e Arte nas telas. Sinceros aplausos virtuais.
Uma das melhores séries brasileiras.