Últimas opiniões enviadas
O interessante do formato era justamente misturar música e confinamento. Eles continuaram confinados, mas a casa virou um Centro de Treinamento (CT) e a convivência deixou de ser mostrada. Melhoraram a Prova do Dono do Palco, que virou musical, em comparação com a primeira temporada, mas ela não servia de nada. Tiraram também a Prova da Estrela e deram muito mais poder ao Dono do Palco. De que adiantava ganhar uma Prova Dono do Palco, poder indicar duas pessoas para o Duelo, se a pessoa que perdia nem corria mais o risco de ir pra eliminação? O Duelo que antes os participantes tinham pré-definidas as músicas que iam cantar, passou a ser realizado através de uma bola, prejudicando os participantes, que não tinham muito tempo para ensaiar. O Duelo ainda te dava a imunidade, mas de que adiantava duelar, se a pessoa que perdia não corria mais risco de ser eliminada? O Festival melhorou com todos os participantes se apresentando, mas os jurados deviam ser fixos e não rotativos, pra poderem acompanhar a evolução deles. Dava pra mesclar o jogo com a votação dos participantes. Era só os jurados poderem salvar uma pessoa que estava na Batalha e a outra ser definida pela votação do público. Podiam deixar o esquema de somar os pontos do público e dos jurados com os participantes da Batalha, em vez dos jurados salvarem alguém da Berlinda. E por falar no Festival, as músicas eram apresentadas ao público uma semana antes do Festival pra fazer o público se engajar com o que cada participante ia cantar e fazer com que ela ganhasse o Hitmaker pra ganhar uma vaga no Festival, uma vez que nem todos cantavam. Agora que todos cantavam, de que adiantava ser Hitmaker nesse se não te dava nem a imunidade? Além disso, o público só podia votar no cantor após o Festival, depois que ele já tinha se apresentado. E foi uma pena terem tirado o jogo e deixado de exibir a convivência, porque esse elenco parecia bem disposto a jogar. Do jeito que ficou, era melhor terem cancelado após a primeira temporada mesmo e criado um novo programa de música que não tivesse confinamento.
Foi uma boa estreia do Alexandre Teixeira como autor titular no geral, mas deixou algumas pontas soltas.
Seria melhor a Dona Maria descobrir que foi diagnosticada com demência no 3º capítulo, pois teria explorado mais como ela lida com a doença e com o tratamento. Também faltou mostrar se Marcela aceitou o namoro da Lucinha com João.
Últimos recados
oi Netto:
Bom dia!
Espero que possamos desenvolver uma boa amizade
abração
É curioso como as cores do mundo real parecem muito mais reais quando vistas no cinema.
Laranja Mecânica
Opa.. acho que não tem o que criticar em suas listas, estão bem feitas, mas se eu achar algo estranho e se eu achar mais filmes te aviso sim.
T.F.A ;)
Seja bem-vindo Netto.
Não acho que tenha base bíblica pra se dizer que Jó era filho do Issacar, neto do Jacó/Israel e sobrinho do José do Egito. Isso pra mim foi mais um chamariz para o público que gostou da novela Gênesis se interessar pela minissérie. Então, faz sentido Gênesis não ter mostrado a morte de Jacó, algo que puderam explorar mais na minissérie.