Michael Klienhouse é o típico homem comum, casado e pai de um filho. Um dia, conduzindo sua família de carro, ele fecha o seu vizinho Dreyfus no trânsito. Sua esposa Tamar faz um gesto obsceno para Dreyfus, que revida jogando deliberadamente seu carro contra o de Michael, quase acertando Tamar. Michael acredita que pode resolver o mal-entendido chamando as autoridades, sem saber que Dreyfus é um violento veterano de guerra com altas conexões. Recusando-se a capitular diante do poder, Michael enfrenta um verdadeiro pesadelo. Prêmio de Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Haifa 2006.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Trata-se de uma fábula inteligente sobre como o homenzinho enfrentando um valentão e vencendo; algo como David e Golias. No entanto, o filme parece não saber se a violência resultante é justificada. Esta é uma história sobre uma semana na vida de Michael Klienhouse (Gal Zaid), um escritor desempregado, que sofre um acidente de trânsito com um suspeito gângster Dreyfus (Asher Tsarfati), que parece ter até a polícia em seu pagamento. Klienhouse opta por não ser intimidado e, no processo, reconquista o respeito de sua esposa e até salva seu casamento. O final (literalmente) explosivo salva o filme que às vezes se arrasta ao tocar em um tema recorrente sobre a violência. A história se passa em um país onde as sirenes de ataque aéreo fazem todos parar para lembrar aqueles que morreram no Holocausto e soldados que caíram nas guerras pela independência. O filme também tem uma visão irônica da maneira cínica como alguns israelenses exploram o conflito palestino: o primo de Michael, Chasmonai (Asher Tsarfati), vende bandeiras israelenses aos palestinos para que possam queimá-las. “Eles vão queimar bem”, diz ele a um comprador palestino. Michael é retratado pela primeira vez como um escritor desempregado com todas as características de um perdedor quando o vemos descansando em sua casa. Zaid transforma seu personagem, mostrando que Michael é um homem de aço interior. Primeiro ele arranha o carro de Dreyfus. Então ele confronta o gângster em uma cena que ondula com tensão. Zaid, que também co-escreveu o roteiro com Ya'acov Ayaly, não apenas apresenta uma boa atuação como ator, mas os diálogos, principalmente nesta cena de bar, podem deixar seus cabelos em pé. O filme chafurda na ambivalência moral, Michael se envolve em um acidente de carro rotineiro, então decide comprar uma arma e finalmente investe em uma bazuca. O herói pode sair vencedor, mas a direção quer dizer alguma coisa sobre isso? Talvez ele pretenda fazer um comentário sobre a política que domina seu país, mas isso nunca fica claro. Surpreendentemente chato...
filme sensacional, foi um achado, uma grata surpresa. é um suspense/drama de primeira linha do cinema alternativo que AINDA não obteve o devido reconhecimento do público. espero que um dia seja mais comentado, ele merece. nota 1000!
Os bonzinhos sempre se fodem (?!)
Não gostei muito não. Arrastado e a trama poderia ser melhor.
surpreendente.