O filme aborda os problemas de quatro adolescentes, Jeanie (Jodie Foster), Annie (Cherie Currie), Madge (Marilyn Kagan) e Deirdre (Kandice Stroh), que dividem um apartamento em San Fernando Valley, no início dos anos 80.
Tem algo na cultura americana, que pelo visto é atemporal, afinal essa obra e final dos anos 70/começo 80, ainda vemos muitas características hippie e dance music, nas vestimentas e cabelos, em fim, a permissividade dos pais americanos com seus filhos adolescentes, acho que quando chega aos 14, 15 ou 16 ja é visto como adulto por lá, so assim explica como essa turma e tão mimada e completamente irresponsáveis, capazes de fazer merdas colossais, e esses pais ficam inertes a isso, acredito que é nossa educação e cultura latina que me deixa perplexo.
Cherry meio que fazendo uma extensão de sua vida the runaways, com as zamiga, alias jodie esta linda demais, mas desculpem o politicamente incorreto no filme ela me soa muito botinão, uma pena que m a legenda da copia que peguei estava bugada em muitos momentos o texto tinha que ser interpretado de tão ruim, nao sei se os diálogos foram tão imersivos como li em criticas, no geral me pareceu um grupinho de toleguinas curtindo sua vida pós adolescente /fase adulta com consequências ruins.
"Gatinhas", faz um mergulha na vida de um grupo de quatro amigas adolescentes que vivem no Vale de São Fernando, em Los Angeles. Com um olhar mais íntimo e realista sobre os desafios e as complexidades da adolescência no final dos anos 70. O filme se afasta do glamour teen da época, explorando os dramas dos problemas familiares, os primeiros relacionamentos, o uso de álcool e drogas. Numa alegria rasa, mas pulsante, que só os jovens daquela época tinham, para enfrentar essas dificuldades da vida.
Adrian Lyne, já apresenta sua mestria na direção, com sua lente capturando imagens de arrepiar a nossa alma. Ele não romantiza a fase vivida pelas garotas, mostrando de forma honesta e dolorosa, os problemas enfrentados pelas personagens. A atmosfera da época é mostrada quase como um relato de vídeo, com uma direção de arte e figurinos, que são um álbum de fotografia em movimento, com uma trilha sonora sincera, que jogam a gente de vez para dentro do filme.
Jeanie (Jodie Foster) é a mais centrada e responsável do grupo, a irmã mais velha que é sempre um ponto de apoio para suas amigas. Annie (Cherie Currie), garota instável, com problemas com álcool e drogas, e com uma relação conturbada com o pai policial. Madge (Marilyn Kagan), garota virgem que sofre por nunca ter transado e ainda tem problemas com a mãe. E Deirdre (Kandice Stroh), que busca constantemente atenção e validação.
O filme mostra a vida dessas jovens, com altos e baixos, sempre com espirito inquietante da juventude, que buscava sempre diversão e felicidade, mas sempre com os tropeços da vida desafiando elas pela frente. O drama de Annie, tom a frente da história, mostrando a vida loca de uma garota, que fugiu de casa, é usuária de tudo, faz tratamentos e deixa o pai enfurecido com ela, querendo interna-la num hospício.
Annie sempre busca apoio em Jeanie, toma sempre a frente da amiga, fazendo de tudo, o que pode e o que não pode, mas que também tem seus demônios pra tratar em casa, com a conturbada relação com sua mãe. Mas tudo tem um limite, e quando explode é triste, o CPF vai embora. Achei bem dramático os últimos momentos da Jeanie, por mais que se desenhasse, eu não esperava um fim tão trágico.
Apesar do final melancólico e depressivo, o longa tem cenas bem divertidas, como a festa na casa do recém namorado da Madge, onde só faltavam chamar o capeta pra dentro da casa. Foi um quebra quebra numa festa, como poucas vezes eu vi num filme do genero. Tem muita emoção também nas cenas do Brad (Scott Baio), fugindo com o skate loco pelas ruas da Los Angeles.
Jodie Foster é uma atriz fora da curva. Sua atuação é fantástica! Ela foi a melhor atriz mirim que eu já vi num filme na minha vida, e aqui ela arrasa! Com uma presença de cena marcante e uma voz poderosa, a garota explode no filme, em momentos de muito drama, que aumentaram mais ainda a carga emocional do filme. Por mais que a Cherie Currie, com sua Annie, ganhe todas as atenções, pela vida loca que ela tem, a jovem Jodie Foster tem uma atuação extraordinária no filme.
"Gatinhas" é um filme que tem varias surpresas. A história te engana, ela parece ser um teen movie, mas é um perfeito drama adolescente, o ritmo é lento, as imagens impactam, com cenas que impressionam. É o primeiro longa do Adrian Lyne, o primeiro e filme da Cherie Currie (eterna vocalista das Runaways), uma das primeiras aparições da Laura Dern (Debbie, a loirinha penetra da festa) e mais um filme da jovem atriz Jodie Foster, que prometia muito no cinema. É um drama, com espirito college anos 70, feito pros anos 80.
"Gatinhas", quase não é lembrado, nunca esteve em lista, mas merece ser visto.
Jodie Foster e Laura Dern, miau miau. É um "filme de garotas" bem radical, gostei. (Só não curti a fraquíssima música tema) Ótimo início para a carreira de Adrian Lyne.
Tem algo na cultura americana, que pelo visto é atemporal, afinal essa obra e final dos anos 70/começo 80, ainda vemos muitas características hippie e dance music, nas vestimentas e cabelos, em fim, a permissividade dos pais americanos com seus filhos adolescentes, acho que quando chega aos 14, 15 ou 16 ja é visto como adulto por lá, so assim explica como essa turma e tão mimada e completamente irresponsáveis, capazes de fazer merdas colossais, e esses pais ficam inertes a isso, acredito que é nossa educação e cultura latina que me deixa perplexo.
Cherry meio que fazendo uma extensão de sua vida the runaways, com as zamiga, alias jodie esta linda demais, mas desculpem o politicamente incorreto no filme ela me soa muito botinão, uma pena que m a legenda da copia que peguei estava bugada em muitos momentos o texto tinha que ser interpretado de tão ruim, nao sei se os diálogos foram tão imersivos como li em criticas, no geral me pareceu um grupinho de toleguinas curtindo sua vida pós adolescente /fase adulta com consequências ruins.
Tem Alguns Spoilers...
"Gatinhas", faz um mergulha na vida de um grupo de quatro amigas adolescentes que vivem no Vale de São Fernando, em Los Angeles. Com um olhar mais íntimo e realista sobre os desafios e as complexidades da adolescência no final dos anos 70. O filme se afasta do glamour teen da época, explorando os dramas dos problemas familiares, os primeiros relacionamentos, o uso de álcool e drogas. Numa alegria rasa, mas pulsante, que só os jovens daquela época tinham, para enfrentar essas dificuldades da vida.
Adrian Lyne, já apresenta sua mestria na direção, com sua lente capturando imagens de arrepiar a nossa alma. Ele não romantiza a fase vivida pelas garotas, mostrando de forma honesta e dolorosa, os problemas enfrentados pelas personagens. A atmosfera da época é mostrada quase como um relato de vídeo, com uma direção de arte e figurinos, que são um álbum de fotografia em movimento, com uma trilha sonora sincera, que jogam a gente de vez para dentro do filme.
Jeanie (Jodie Foster) é a mais centrada e responsável do grupo, a irmã mais velha que é sempre um ponto de apoio para suas amigas. Annie (Cherie Currie), garota instável, com problemas com álcool e drogas, e com uma relação conturbada com o pai policial. Madge (Marilyn Kagan), garota virgem que sofre por nunca ter transado e ainda tem problemas com a mãe. E Deirdre (Kandice Stroh), que busca constantemente atenção e validação.
O filme mostra a vida dessas jovens, com altos e baixos, sempre com espirito inquietante da juventude, que buscava sempre diversão e felicidade, mas sempre com os tropeços da vida desafiando elas pela frente. O drama de Annie, tom a frente da história, mostrando a vida loca de uma garota, que fugiu de casa, é usuária de tudo, faz tratamentos e deixa o pai enfurecido com ela, querendo interna-la num hospício.
Annie sempre busca apoio em Jeanie, toma sempre a frente da amiga, fazendo de tudo, o que pode e o que não pode, mas que também tem seus demônios pra tratar em casa, com a conturbada relação com sua mãe. Mas tudo tem um limite, e quando explode é triste, o CPF vai embora. Achei bem dramático os últimos momentos da Jeanie, por mais que se desenhasse, eu não esperava um fim tão trágico.
Apesar do final melancólico e depressivo, o longa tem cenas bem divertidas, como a festa na casa do recém namorado da Madge, onde só faltavam chamar o capeta pra dentro da casa. Foi um quebra quebra numa festa, como poucas vezes eu vi num filme do genero. Tem muita emoção também nas cenas do Brad (Scott Baio), fugindo com o skate loco pelas ruas da Los Angeles.
Jodie Foster é uma atriz fora da curva. Sua atuação é fantástica! Ela foi a melhor atriz mirim que eu já vi num filme na minha vida, e aqui ela arrasa! Com uma presença de cena marcante e uma voz poderosa, a garota explode no filme, em momentos de muito drama, que aumentaram mais ainda a carga emocional do filme. Por mais que a Cherie Currie, com sua Annie, ganhe todas as atenções, pela vida loca que ela tem, a jovem Jodie Foster tem uma atuação extraordinária no filme.
"Gatinhas" é um filme que tem varias surpresas. A história te engana, ela parece ser um teen movie, mas é um perfeito drama adolescente, o ritmo é lento, as imagens impactam, com cenas que impressionam. É o primeiro longa do Adrian Lyne, o primeiro e filme da Cherie Currie (eterna vocalista das Runaways), uma das primeiras aparições da Laura Dern (Debbie, a loirinha penetra da festa) e mais um filme da jovem atriz Jodie Foster, que prometia muito no cinema. É um drama, com espirito college anos 70, feito pros anos 80.
"Gatinhas", quase não é lembrado, nunca esteve em lista, mas merece ser visto.
Que bando de garotas mimadas, burras e irresponsáveis. Não sei como vi até o final.
Tem no youtube com dublagem clássica.
Jodie Foster e Laura Dern, miau miau.
É um "filme de garotas" bem radical, gostei.
(Só não curti a fraquíssima música tema)
Ótimo início para a carreira de Adrian Lyne.