Uma visão da vida e da jornada artística de William Friedkin.
Friedkin começou sua carreira aos 16 anos como um garoto da sala de correspondência na WGN-TV. Ele ganhou o Oscar de melhor diretor de 1971, "The French Connection", que também ganhou melhor filme. Ele recebeu o prêmio de melhor diretor dois anos depois por “The Exorcist”, uma de suas 10 indicações ao Oscar.
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O documentário é excelente, foi um dos melhores documentários sobre cinema que já vi, William Friedkin é uma daquelas raras pessoas que dá prazer de ouvir por mais que 2 horas, totalmente me identifiquei com o Tarantino quando dava seus depoimentos sobre os filmes, são tantas histórias, são tantas curiosidades que desconhecíamos sobre os filmes do mestre que dificilmente ficamos indiferentes, “O Exorcista” eu considero sua obra máxima, “Comboio do Medo” é obra-prima, “Parceiros da Noite”, a mais polemica e provocativa(dificilmente seria feito nos dias de hoje), sem falar de “Operação França” e “Viver Em Morrer Em Los Angeles”, dois filmes pra guardar na memória.
Friedkin é um rebelde que desafiou Hollywood, muita gente na indústria deve ter raiva dele, o cara faz filmes ao do seu modo e se não gostarem como ele mesmo diz: Vão Se F****!
Obrigatório , uma aula de cinema e curiosidades.
Friedkin é um cara com um ego gigantesco quase beirando o insuportável, mas que mesmo assim faz com que você pare e se interesse pelas histórias dele, que são muitas e por mim o documentário poderia ter mais duas horas de duração que eu iria seguir assistindo pra ouvir mais delas. Um dos momentos mais cringe aqui com certeza é o Tarantino dando seu depoimento, bem fanboy. Adoraria ter visto a Linda Blair sendo entrevistada.