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Data de lançamento
12 Out. 2015Duração
Junko Sakuraba, uma professora de Inglês em uma escola de idiomas, não teve nenhum namorado, mesmo antes de seu 29º aniversário e sonhos de trabalhar em Nova York. Mas um dia, ela encontra um monge bonito no pior momento, quando ela atende a um serviço fúnebre em um templo. Por causa de dormência em suas pernas, ela agarra o altar e acaba esvaziando as cinzas de incenso queimando sobre ele enquanto ele está cantando o sutra. Embora uma Junko triste acha que eles provavelmente não se encontraram novamente, ela se deixa enganar por sua família e que a faz ir para uma sessão de matchmaking. A outra pessoa é ninguém menos do que o monge, Hoshikawa Takane.
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Eu raramente assisto dramas japoneses, prq poucos são os que chamam a minha atenção. Decidi dar uma chance pra esse, depois que li comentários de como a estória é leve e do qto o casal protagonista é fofo. Sinceramente, eu achei tudo uma grande bagunça. Primeiro, temos um protagonista extremamente egoísta e uma protagonista que é mais oscilante do que uma bandeira hasteada ao vento.
A estória é basicamente essa e meu ponto de vista é esse...
Hoshikawa é um monge que estava perto de se tornar um sumo sacerdote e para isso, ele precisava de uma esposa que se encaixasse no papel. Durante um ritual fúnebre, ele conhece Sakuraba, uma moça sonhadora, professora de inglês, que nutria o sonho de ir trabalhar em Nova York e batalhava para realizar esse desejo.
Hoshikawa se apaixona a primeira vista pela Sakuraba e decide que a quer pra si. Só que a avó dele se mostra contra o relacionamento, prq achava que Sakuraba não servia para o papel de esposa de um sacerdote.
Ignorando sua posição no templo e a recusa de sua avó, Hoshikawa passa a perseguir Sakuraba e isso foi algo que me deixou incomodada.
A perseguição do prota não era romântica e muito menos engraçada. Eu achei ele invasivo, chato e muito narcisista. Não conseguia ver aquilo com naturalidade. Mesmo com Sakuraba dizendo não, Hoshikawa perseguia ela para onde quer que ela fosse, no trabalho dela, na casa dela e ele fazia de tudo para interferir na vida da moça. Ficou pior qdo ele foi lá, arrastou Sakuraba para o templo e simplesmente a jogou dentro de um quarto e trancou a porta pelo lado de fora, para obrigá-la a não sair de perto dele. Por muito menos eu teria feito um encarcéu e depois chamado a polícia, mas a garota agiu como se nada estivesse acontecendo e ainda aproveitou que estava trancada pra fazer um tratamento de beleza. Achei isso o cúmulo.
Então, depois de muita perseguição, de muita coisa sem noção, a água mole em pedra dura, tanto bate até que fura, funcionou. A prota, que era vista como persistente, empurrou seu sonho de ir para Nova York para segundo plano e o casal começou a namorar.
Preciso dizer o quão irritante foram todas as vezes que o casal tentou se beijar, mas foi interrompido pelo celular que vibrou, a campainha que tocou, alguém que chegou, o micro-ondas que apitou, a neve que caiu, alguém que espirrou e... vou parar que a lista é extensa.
Preferia que não houvesse tido nenhum tipo de contato íntimo entre os protas, do que essas situações chatas e repetitivas.
Mas, mesmo no período romântico, eles não podiam esquecer que a avó do prota era contra o relacionamento e, em eqto ela fosse contra o relacionamento, não tinha como o Hoshikawa se transformar em um sumo sacerdote. Ele tinha que escolher entre sua responsabilidade com o templo ou se casar com Sakuraba. Ele não podia ficar com os dois, mas ele bateu o pé e disse que queria os dois e ao invés de ele batalhar por isso, toda a responsabilidade caiu nas costas da Sakuraba.
Foi deprimente ver a garota pedir demissão do emprego. Abrir mão de seu sonho de viajar. Se distanciar da família e dos amigos, para poder ir lá no templo e ficar se humilhando para ser aceita pela avó do Hoshikawa.
Aí apareceu o irmão mais novo de Hoshikawa (esse aprendiz de vilão prometeu muita coisa, mas não entregou nada) e jogou na cara do Hoshikawa o que todo mundo estava farto de saber. Hoshikawa era um cara egoísta, que queria tudo pra ele, do jeito dele, sem se preocupar com os sonhos dos outros.
Fiquei esperando o Hoshikawa aceitar seu erro e honestamente dizer para a Sakuraba o quão covarde ele estava sendo e o quão errado ele agia, mas o cara reagiu com egoísmo até na hora que foi terminar com a prota. Ele poderia ter dito que estava terminando com ela, prq não aguentava mais ver a Sakuraba sofrer por causa dele e que não queria que ela abrisse mão dos sonhos dela apenas para poder se encaixar na vida dele. Isso teria sido digno. Ao invés disso, Hoshikawa preferiu humilhar a Sakuraba com palavras e depois virou as costas e foi embora.
Foi nesse momento que eu não quis mais os dois juntos. Eu queria que a Sakuraba fosse para Nova York e que o Hoshikawa fosse rezar nas montanhas, mas o inacreditável aconteceu. A avó do Hoshikawa, que era completamente contra o relacionamento, não cedeu nem diante de todos os esforços e humilhações da Sakuraba. Não cedeu nem qdo viu o sofrimento do neto, simplesmente mudou de ideia apenas prq leu algumas palavras que a Sakuraba havia escrito para Hoshikawa. Simples assim. A preguiça do roteirista tbm me deixou com preguiça nessa parte.
No fim, apesar de tudo o que o Hoshikawa fez e falou, foi a Sakuraba que teve que sair correndo atrás dele.
Quanto ao elenco de apoio, a estória deles foi mal desenvolvida. Houve casais formados que foram tão ou mais confusos que os protagonistas.
A estória tinha potencial para ser engraçada e fofa, mas acho que passou longe.
Minha nota vai inteiramente para os atores. Ao menos eles tentaram.
que drama mais lindo ❤
as interações de todos eram muito envolventes e engraçadas.
achei que os personagens tem cada um seu jeito único e foi isso que me cativou.
A história foi bem contada e as coisas mais simples foram as mais lindas ❤❤
Tiveram algumas coisas que realmente me incomodaram. Já faz um tempo que não assisto dorama japonês de comédia romântica e acho que o estranhamento foi por isso, porque as atitudes eram absolutamente normais dentro daquele universo. Eu entendo isso perfeitamente. Mas infelizmente me incomodou.
Eu gostei da história ser super leve e por isso eu assisti até o final. Não tem nada demais. Tirando o fato dele ser um monge, o roteiro e a funções dos personagens é absolutamente clichê. Eu acho que o que vale é como se conta a história e não se ela é algo fora do padrão (o que é maravilhoso também), mas mesmo a forma como foi contado não acrescentou tanto assim.
Parece ser uma super crítica negativa, mas na realidade foi bom ter visto até o final... Mas acredito que é importante acrescentar esses apontamentos para quem vai escolher o dorama.
Muito bom esse jdrama, muita comédia, amei. Os personagens são ótimos, muito fofoo.
Esse drama é muito fofo de assistir. No início achava o Takane muito irritante da forma como ele foi logo falando com ela, mas depois achei engraçado por causa do jeito sério dele. Inclusive, todos os casais desse drama são fofos. A Momoe e o Arthur eram muitos fofos!
Toda vez que eles iam se beijar eu pensava "agora vaaai" e de repente algo atrapalhava haahah. Finalmente teve aquele cena final do beijo que superou toda a nossa espera.