"Front Cover" é um filme sobre Ryan, um estilista gay de Nova York, que detesta e rejeita a sua educação asiática. A ele é dado um trabalho com Ning, um ator estrangeiro, para fazer uma importante sessão de fotos. Depois de um começo difícil, uma amizade improvável desenvolve entre eles, levando Ryan examinar a sua identidade e tomar uma decisão importante sobre um novo caminho para sua vida e sua carreira.
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Concordo plenamente com os comentários da Patricia e do Dill. Um filme surpreendentemente admirável...maduro, alegre e sofrido, perfeito! Desempenho brilhante dos dois protagonistas. Nem sempre a felicidade é completa, mas valem todas as tentativas, e sempre ficarão os bons momentos na memória, isso precisa sim ser valorizado, e a gente jamais esquece, afinal, a vida é um eterno aprendizado, não é mesmo?
O que mais amei nesse filme foi que o Ryan sempre se manteve firme e orgulhoso de quem ele é. Nunca abaixou a cabeça ou deixou ser diminuído pelo fato das pessoas não respeitarem sua sexualidade.
Ning infelizmente vai entrar para a estatística de homens chineses que são gays, mas se casam, tem filhos e mantêm uma vida dupla se relacionando com homens escondido. Isso é algo bem comum na China, muitas mulheres sabem que seu marido é gay mas aceitam viver dessa forma porque elas também precisam se casar de qualquer forma, então contanto que ele mantenha isso privado, ta tudo bem pra elas.
E infelizmente Ning viverá escondendo quem ele é, mas isso foi uma escolha dele. Enquanto Ryan escolheu ser livre e viver a vida sendo sincero com ele mesmo, Ning fez a sua escolha. Preferiu viver da imagem, nos costumes antigos e fazendo o que a família e sociedade esperam dele. É triste que hoje em dia as pessoas ainda tenham que fazer esse tipo de coisa, mas cabe a cada um fazer suas escolhas do que vale a pena ou não abrir mão.
A parte boa de tudo isso é que de uma certa forma o Ning ajudou o Ryan a fazer as pazes com a sua origem. Ele sofreu muito porque a cultura dele não o aceita como ele é, mas acabou percebendo que até mesmo nessa situação ele pode sim ter orgulho de sua origem.
Outra coisa muito boa foi como o filme expõem a xenofobia americana. É triste, mas algo que deve ser falado sempre até as coisas mudarem.
esse site é so de comentarios ou da pra assistir os filmes?
Surpreendentemente Maravilhoso
AMEI, o que foi aquela balada? SOCORR IMPACTADA AINDA