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Data de lançamento
20 Março 2026Duração
Apple, funcionária da Free Eden, secretamente comanda um culto de bruxas feministas no porão da loja do shopping após o expediente – junto com suas companheiras, Cherry e Fig. Mas, quando a recém-contratada Pumpkin desafia a irmandade de fachada, as mulheres são forçadas a encarar seus próprios venenos ou sucumbir a um destino sangrento.
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o filme tenta trazer temas como solidão, pertencimento, consumismo e feminismo de forma "bem humorada" e "divertida", se utilizando de várias referências cinematográficas e de personalidades da mídia, com piadas que não ornam ou fizeram grande sentido (para mim). porém tem uma boa estética e todas as meninas estavam belíssimas.
Frutas Proibidas começa de maneira um pouco lenta, mas aos poucos vai construindo uma atmosfera que prende bastante a atenção. O filme nunca chega a realmente explodir ou entregar algo grandioso, e fica aquela sensação de que poderia ter ido um pouco mais longe, mas ainda assim funciona muito bem como um suspense envolvente.
O grande destaque é, sem dúvida, Lili Reinhart. Ela está ótima como vilã, usando muito bem o olhar, a presença e uma certa imponência que fazem sua personagem dominar as cenas. Curiosamente, ela acaba sendo muito mais interessante do que as próprias mocinhas. A personagem de Lola Tung, por exemplo, é tão irritante em determinados momentos que fica difícil criar qualquer torcida por ela e, quando percebemos, estamos muito mais interessados em ver a vilã vencer.
Também gostei bastante da estética e da atmosfera do filme, que mistura uma energia de Meninas Malvadas com elementos de Jovens Bruxas, criando uma identidade adolescente sombria e bastante divertida. Victoria Pedretti também merece destaque e está muito bem em seu papel.
Talvez Frutas Proibidas tivesse potencial para ser ainda mais ousado e impactante, mas, mesmo sem grandes explosões, consegue fazer o principal: me manteve interessado do começo ao fim. E quando a vilã é a personagem que mais queremos acompanhar, alguma coisa o filme certamente acertou.
É um filme divertido, mas o plot twist é tão irrelevante... Deveriam só ter abraçado o fato da mocinha não ter um quarto do carisma da vilã e invertido os papeis.
Vi encabeçando várias listas de filmes LGBT+ pra não perder, imagine minha decepção. Dito isso: teria se beneficiado bastante de pitadas de homossexualidade.
o arco de sharon, foi evaporado
um bom gore
- grado de filmes que se passam inteiro em um lugar só, mesmo sendo dentro de um shopping
- parece uma continuação de meninas malvadas, só que depois que saíram da escola e resolveram fundar um culto de bruxaria wicca
- muito bom a virada louca que o filme dá no final, como se já não estive doido o suficiente