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Data de lançamento
20 Março 2026Duração
Apple, funcionária da Free Eden, secretamente comanda um culto de bruxas feministas no porão da loja do shopping após o expediente – junto com suas companheiras, Cherry e Fig. Mas, quando a recém-contratada Pumpkin desafia a irmandade de fachada, as mulheres são forçadas a encarar seus próprios venenos ou sucumbir a um destino sangrento.
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11.10.26
Traz aquela atmosfera de filmes dos anos 90 com um bando de garotas misteriosas que acabam dividindo rotina e a cada dia se tornam mais inseparáveis. O problema desse filme aqui é não saber em que gênero seguir. Tenta ser sensual,nisso talvez funcione.Tenta ser comédia,nisso erra. Tenta ser descolado,erra também. E na parte final,depois de longos entendiantes momentos,cria o terror com um gore pra aumentar a dose e acaba não sabendo realizar isso também. É um filme todo mal estruturado e sem rumo. As garotas protagonistas são horríveis em suas atuações e não há nenhuma que consiga se apresentar acima da média.
Um dos filmes do ano que tinha muito potencial,mas foi mal aproveitado.
>Assistido em 24 de Setembro de 2026
14-09-2026
o filme tenta trazer temas como solidão, pertencimento, consumismo e feminismo de forma "bem humorada" e "divertida", se utilizando de várias referências cinematográficas e de personalidades da mídia, com piadas que não ornam ou fizeram grande sentido (para mim). porém tem uma boa estética e todas as meninas estavam belíssimas.
Frutas Proibidas começa de maneira um pouco lenta, mas aos poucos vai construindo uma atmosfera que prende bastante a atenção. O filme nunca chega a realmente explodir ou entregar algo grandioso, e fica aquela sensação de que poderia ter ido um pouco mais longe, mas ainda assim funciona muito bem como um suspense envolvente.
O grande destaque é, sem dúvida, Lili Reinhart. Ela está ótima como vilã, usando muito bem o olhar, a presença e uma certa imponência que fazem sua personagem dominar as cenas. Curiosamente, ela acaba sendo muito mais interessante do que as próprias mocinhas. A personagem de Lola Tung, por exemplo, é tão irritante em determinados momentos que fica difícil criar qualquer torcida por ela e, quando percebemos, estamos muito mais interessados em ver a vilã vencer.
Também gostei bastante da estética e da atmosfera do filme, que mistura uma energia de Meninas Malvadas com elementos de Jovens Bruxas, criando uma identidade adolescente sombria e bastante divertida. Victoria Pedretti também merece destaque e está muito bem em seu papel.
Talvez Frutas Proibidas tivesse potencial para ser ainda mais ousado e impactante, mas, mesmo sem grandes explosões, consegue fazer o principal: me manteve interessado do começo ao fim. E quando a vilã é a personagem que mais queremos acompanhar, alguma coisa o filme certamente acertou.