A jovem alemã Marie (Rosalie Thomass) foge dos seus sonhos e decide viajar após a ruptura de um grande amor.
Ela parte para o Japão, indo participar do Clowns4Help, uma organização da prefeitura de Fukushima que envolve as vítimas dos terremotos de 2011.
No local, Marie conhece Satomi (Kaori Momoi), uma idosa com quem desenvolve vínculos.
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A relação do título deste com o do filme "Hiroshima mon amour" não é com o seu roteiro mas com a Bomba H norte-americana lançada pelo "Enola Gay" sobre a cidade de Hiroshima no final da 2ª Guerra e seu desastroso efeito radioativo. Dai "Fukushima mon amour" e a catástrofe causada pelo tsunami que destruiu sua usina nuclear contaminando de radioatividade toda a região. Causas diferentes com as mesmas consequências calamitosas para toda a sociedade japonesa. O filme poderia aprofundar-se um pouco mais na crítica à opção pela energia nuclear.
Lindo filme,fotografia e história. Vale a pena d+!
Fukushima mon amour entra para a galeria dos filmes fofos que devemos assistir.
A referência com o título do filme de Alain Resnais, fica somente no nome, pois trata-se ali de um cenário mais atualizado.
O pano de fundo dos desastres decorrentes do terremoto em Fukushima apresenta Marie, que destroçada por um fracasso amoroso resolve ir para o Japão na busca pela reconstrução de sua vida, e é ali que encontra pessoas que resistem para reconstruir suas vidas em uma cidade praticamente devastada pelo acidente nuclear ocorrido ali.
E é neste ambiente que Marie encontra Satomi, que de maneira especial, busca reconstruir o seu lar, porém, muito mais focada em tentar se reconectar com o seu passado. A conexão entre as duas, tão diferentes cultural e fisicamente, proporciona o aprendizado de que reconstituir também significa olhar para a frente, aprendendo com o passado mas conectando-se com o futuro.
Nota 4 em 5