Achei esse doc. muito oportuno por mostrar que a mola propulsora para muitos jovens crescerem na vida é movida totalmente pelo consumo de artigos que sempre terão que ser respostos (por carros, roupas, celulares mais novos) criando uma roda consumista sem fim.
Fiquei com uma pergunta na cabela: se o funk de ostentação mostra aquilo que nós valorizamos e gostaríamos de ter em nossas vidas, não seria o caso de todos (da classe A à E) repensarmos no que realmente importa?
o documentário é ótimo, uma puta produção e tals, mais mesmo assim o conteúdo ainda é fétido, chega a ser patético o modo como eles tentam defender e mostrar as qualidades do funk. Ex : Menor do Chapa fala que o funk dele não agride, não fala palavrão e valoriza a mulher. Aí em seguida entra o clip dele com garotas nuas.
Lixo.
Apenas assisti para me deleitar com a ignorância e alienação alheia!
Achei esse doc. muito oportuno por mostrar que a mola propulsora para muitos jovens crescerem na vida é movida totalmente pelo consumo de artigos que sempre terão que ser respostos (por carros, roupas, celulares mais novos) criando uma roda consumista sem fim.
Fiquei com uma pergunta na cabela: se o funk de ostentação mostra aquilo que nós valorizamos e gostaríamos de ter em nossas vidas, não seria o caso de todos (da classe A à E) repensarmos no que realmente importa?
o documentário é ótimo, uma puta produção e tals,
mais mesmo assim o conteúdo ainda é fétido,
chega a ser patético o modo como eles tentam defender
e mostrar as qualidades do funk.
Ex : Menor do Chapa fala que o funk dele não agride,
não fala palavrão e valoriza a mulher.
Aí em seguida entra o clip dele com garotas nuas.
Manero o documentário, bem feito e interessante. Mas ainda fica a crítica do que a ostentação pode gerar nas comunidades, berço do funk brasileiro.
Bom!