Achei os enquadramentos nos rostos dos personagens algo extremamente inteligente. Uma série de interpretações que vem do foco no rosto. O rosto, tema de filósofos como Levinas, de cineastas como Alain Resnais e de romances como o Retrato de Dorian Gray, aqui é trabalhado como expressão narrativa de comédia e drama. É no rosto que tudo se desenvolve nesse filme.
O diretor Nicolas Maury é impregnado/atravessado pelo personagem que ele interpreta na série Dix per cent. Há um pouco de Hervé em todo momento. Há algo também de inconsciente edipiano na busca de compreender as inseguranças, os erros e o ciúme doentio na volta à cabana do pai onde se escondem segredos que podem revelar uma espécie de ponto originário de onde tudo em nós emergiu.
O filme é identificado como uma comédia, mas eu não consegui rir. Achei leve e achei denso. Não sei se isso é um elogio.
Chato. Cansativo.
Achei que ia amar por pensar que seria uma amelie poulain GLS kkk. Mas achei meio arrastado (o filme) e meio chato o personagem.
Eu amo personagens como ele.
Não acredito em astrologia, mas tenho uma amiga de peixes que é igual
Achei os enquadramentos nos rostos dos personagens algo extremamente inteligente. Uma série de interpretações que vem do foco no rosto. O rosto, tema de filósofos como Levinas, de cineastas como Alain Resnais e de romances como o Retrato de Dorian Gray, aqui é trabalhado como expressão narrativa de comédia e drama. É no rosto que tudo se desenvolve nesse filme.
O diretor Nicolas Maury é impregnado/atravessado pelo personagem que ele interpreta na série Dix per cent. Há um pouco de Hervé em todo momento. Há algo também de inconsciente edipiano na busca de compreender as inseguranças, os erros e o ciúme doentio na volta à cabana do pai onde se escondem segredos que podem revelar uma espécie de ponto originário de onde tudo em nós emergiu.
O filme é identificado como uma comédia, mas eu não consegui rir. Achei leve e achei denso. Não sei se isso é um elogio.