Não dá para não se decepcionar com o superficialidade da abordagem de Jane Preston, seja na abordagem quase autobiográfica que não deixa espaço para os entrevistados, seja pela brevidade com que explora momentos da carreira de Gascoigne que, isolados, renderiam um filme por si só. Mas aquilo que o craque inglês tinha de melhor - empatia, sensibilidade, jocosidade - está em cena e nos mantém entretidos em sua história.
Não dá para não se decepcionar com o superficialidade da abordagem de Jane Preston, seja na abordagem quase autobiográfica que não deixa espaço para os entrevistados, seja pela brevidade com que explora momentos da carreira de Gascoigne que, isolados, renderiam um filme por si só. Mas aquilo que o craque inglês tinha de melhor - empatia, sensibilidade, jocosidade - está em cena e nos mantém entretidos em sua história.