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Data de lançamento
22 Out. 2020Duração
O documentário mergulha nos anos em que o cineasta Glauber Rocha (1939-1981) esteve exilado na Itália, entre 1970 e 1976. Por meio de memórias de amigos, parentes, colegas e colaboradores, o filme retrata a vida e a obra de Glauber na época, além de revisitar seu penúltimo longa-metragem, Claro (1975), gravado em Roma. A produção investiga a experiência do cineasta e de outros artistas na Itália da década de 70 e aborda diversos temas, como o Cinema Novo, o cinema underground, o neorrealismo e a militância política.
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Valeu pelo lsd hahahaah
Chato... Difícil chegar no fim...
O ritmo do filme é monocórdio, o que não o torna moroso, ao contrário do que ocorre com o filme homenageado, a produção glauberiana que menos funciona comigo. Nunca revi CLARO e, como tal, talvez eu seja injusto em minhas reclamações, mas... Qual o ganho em se realizar um filme cujo maior chamariz emocional é a filmagem dos membros ainda vivos da equipe reassistindo à obra original? Os reencontros entre os atores soaram-me pouco afetivos - um deles, ocorre após mais de 40 anos! - e as lembranças e anedotas da filmagem setentista não surpreendem... Para piorar, o desfecho insere cenas já apresentadas em ANABAZYS, que referem-se a um contexto posterior ao escopo deste documentário, quando acompanha as relações iracundas do cineasta brasileiro no Festival de Veneza, em 1980. É um documentário correto, sem empolgação. Tem suas funções documentais, portanto - e só! (WPC>)