Yuki vive em paz em sua casa, até que um dia um grupo de matadores arrombam o lugar e matam sua mãe. Com o objetivo de revelar a verdade por trás do aparente assassinato sem sentido, Yuki se transforma em um demônio da vingança vestindo sua indumentária gótica, usando um guarda-chuva como sua arma letal, e adotando um mantra inspirado em Conan: “Não serás culpada, vós que julga em nome de Deus”.
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muito, muito, MUITO fraco
E eu adoro uma podrera trash asiática, mas esse de fato não me conquistou
mesmo tendo só uma hora e vinte, parece taaaaaaaaaaao longo
Um dos trash mais chatos e bobos que já vi
Meu senso de humor nao bate com os nipônicos,para nao dizer que nao ri, ate ri em algum momento ou outro pela vergonha alheia ,e sei que o filme nao se leva a serio, e feito para ser aquela onda de filmes japoneses que mistura gore, japonesinhas mostrando calcinha com roupa de estudante, lutas e muita pataquada, caras e bocas típicas...
Temos cenários bem limitados, ou seja a produção nao gastou nada, pegaram ou escola desativada ou galpão abandonado, a única cena externa é de uma rua que parece local de desova, que todo tempo ficava me perguntando como o cadeirante chega ate lá...o que é legal na obra é que tem um ar meio de videogame com chefões. Apesar da voz extremamente irritante, a lady elle se destaca ate mais que o chefão final..o que nao foi gasto em cenário, com certeza foi para pagar os efeitos finais e roupas dos protagonistas..
O momento mais vergonhoso, que orra de power rangers travestidos de boy band denominado com nome de grupo de pagode , Kamikaze...tenho certeza que muita gente riu nessa cena, só senti vergonha veio, ate um dos figurantes nao esconde o riso em cena...
Em fim mais uma thrasheira vindo do Japão...
Maluquice gostosa com uma protagonista fofinha que adora cortar uma cabeça, derramar um sangue e bater em vagabundo.
Aquele maluco come macarrão da forma mais nojenta que já vi
O filme vale pelo visual da protagonista e pelas cenas de lutas, fora isso, não foi tão bacana o quanto esperava.
A história segue todos os clichês dos filmes de vingança, incluindo o momento em que a protagonista quase se arrepende devido a uma das vítimas pedir perdão, ter filhos, etc, mas as lutas até são boas e a parte cômica e absurda funciona.
Nota: 6.7.