O reencontro de 3 homens amigos de infância depois de 40 anos: Alexandre o católico, François o aventureiro, e Gilles o hipersensitivo. Eles confrontarão suas experiências pessoais e questionarão sua vida como família, amor e profissionalismo.
O próprio título do filme nasce de uma frase reveladora do cardeal Barbarin, que ao ser interrogado sobre o padre pedófilo disse "graças a Deus a prescrição interveio" — como se a prescrição judicial equivalesse também a uma absolvição da Igreja, isentando a instituição de punir o abusador. A mensagem do filme é que quando a Igreja diz 'graças a Deus' pelo silêncio, são as vítimas que precisam gritar pela justiça.✝️⚖️🔇
O filme francês Graças a Deus esmiuça o caso de abuso sexual cometido por um padre e acobertado por seus superiores, sob o ponto de vista das vítimas. Dirigido por François Ozon e premiado no Festival de Berlim, o filme parte da denúncia de abuso 20 anos após o ocorrido, quando a crime já havia sido prescrito, ao surgimento de outros casos, dentro do limite imposto pela lei, quando o crime é, finalmente, denunciado. Com mais de duas horas de duração, muitos personagens e calçado em diálogos extensos, cartas e mensagens, com pouca acão ou cenas reflexivas, o filme, mesmo assim, mantém o interesse do espectador ao mostrar, em detalhes, o que aconteceu. O caso teve muita repercussão no país e mobilizou até o papa que, na ocasião, lavou as mãos. O bispo que acobertou os avisos acabou sendo condenado. Em cartaz na Prime Vídeo.
O próprio título do filme nasce de uma frase reveladora do cardeal Barbarin, que ao ser interrogado sobre o padre pedófilo disse "graças a Deus a prescrição interveio" — como se a prescrição judicial equivalesse também a uma absolvição da Igreja, isentando a instituição de punir o abusador.
A mensagem do filme é que quando a Igreja diz 'graças a Deus' pelo silêncio, são as vítimas que precisam gritar pela justiça.✝️⚖️🔇
Nem sempre uma proposta importante oferece uma narrativa que mereça exaltação, duas estrelas por respeito as vitimas
O filme francês Graças a Deus esmiuça o caso de abuso sexual cometido por um padre e acobertado por seus superiores, sob o ponto de vista das vítimas. Dirigido por François Ozon e premiado no Festival de Berlim, o filme parte da denúncia de abuso 20 anos após o ocorrido, quando a crime já havia sido prescrito, ao surgimento de outros casos, dentro do limite imposto pela lei, quando o crime é, finalmente, denunciado. Com mais de duas horas de duração, muitos personagens e calçado em diálogos extensos, cartas e mensagens, com pouca acão ou cenas reflexivas, o filme, mesmo assim, mantém o interesse do espectador ao mostrar, em detalhes, o que aconteceu. O caso teve muita repercussão no país e mobilizou até o papa que, na ocasião, lavou as mãos. O bispo que acobertou os avisos acabou sendo condenado. Em cartaz na Prime Vídeo.
Temática importante e propensa a debates, o que é positivo. Mas que lentidão... Quando o filme terminou, eu pensei: Graças a Deus.
Ser no mínimo agnóstico se justifica cada dia mais.
Preciso resolver esse meu crush no daddy Swann Arnaud. Qu'est-ce que je fais, mon Dieu?