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Data de lançamento
17 Junho 2011Duração
Em um universo tão vasto quanto misterioso, uma tropa de elite formada por protetores da paz e da justiça existiu por séculos a fio e eles são a Tropa dos Lanternas Verdes. Quando um novo inimigo chamado Parallax ameaça destruir o Universo, o destino deles e o destino da Terra estão nas mãos do mais novo recruta da Tropa, o primeiro humano selecionado, chamado Hal Jordan.
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22 Aug 2026
Esse filme tem um negocinho…
Porém é uma oportunidade enorme desperdiçada
Um passatempo bem meia boca...
Nada encanta no filme. Bem ruim.para os padrões de "super-heróis".
Mesmo tendo uma história bem ruim, personagens com o carisma de uma porta e efeitos que não envelheceram muito bem, eu ainda considero um filme até ok, tem vários outros filmes de heróis bem piores. Eu gosto muito do uniforme dos lanternas nesse filme.
Mania capitalista da DC de infantilizar muito, acaba detonando os personagens
Há um filme decente enterrado em algum lugar sob as camadas de efeitos visuais mal renderizados de “Lanterna Verde”, e é uma pena que Martin Campbell, o mesmo diretor que injetou tanta vida em “Bond: Cassino Royale”, não tenha conseguido escavá-lo. Ryan Reynolds, como Hal Jordan, tem o carisma certo para o papel: aquele misto de arrogância e insegurança que define o piloto de testes que ganha um anel capaz de materializar qualquer coisa que sua vontade imaginar. O problema é que o filme parece não confiar nesse carisma, preenchendo cada respiro da trama com exposição sobre o Corpo dos Lanternas, os Guardiões do Universo e uma entidade amarela nebulosa chamada Parallax, que nunca ameaça ser mais do que uma nuvem de fumaça com dentes.
O que mais incomoda não é a história, que é razoavelmente fiel às origens do personagem, mas a sensação de que ninguém no comando decidiu que tipo de filme queriam fazer. Ora é comédia pastelão, ora é space opera séria, ora é drama familiar entre Hal e seu pai morto, e o resultado é um mosaico que nunca gruda. Blake Lively como Carol Ferris é esquecível, Peter Sarsgaard se diverte um pouco demais como o vilão Hector Hammond, e o traje de Reynolds, gerado inteiramente por computador, tem a textura de um protetor de tela dos anos 2000. “Lanterna Verde” não é um desastre completo, há lampejos de diversão genuína quando o filme relaxa e deixa Reynolds ser engraçado, mas é o tipo de blockbuster que sai do cinema junto com você e evapora antes de chegar ao estacionamento.