O ator Joaquin Phoenix, aclamado por seu papel em "Coringa", protagoniza um curto-metragem que alerta sobre os efeitos das mudanças climáticas na Amazônia e reivindica o papel das populações indígenas na proteção do meio ambiente.
Tão simples, mas interessantíssimo! Gostei do propósito principal (alertar sobre as mudanças climáticas em decorrência do momento atual de grandes perdas ambientais, a respeito do qual AINDA dá tempo de fazer alguma coisa para evitar maiores e dificilmente reparáveis catástrofes). Mas também gostei do chamado pra fazer parte do Extinction Rebellion, o qual ainda não conhecia. Pra quem não conhece ainda, trata-se de um movimento socioecologista internacional que faz uso da desobediência civil não-violenta de modo a chamar a atenção das autoridades governamentais para a ação a respeito das mudanças climáticas por causa tanto da emissão de gases tóxicos, lixo etc., bem como da destruição desenfreada da natureza pelo homem.
Achei uma mensagem altamente válida e pertinente, em vista do que estamos vivenciando (negligência dos governos e das pessoas quanto ao meio ambiente, além dos desastres naturais e a grande dificuldade de contê-los), mas acho também que o tema mereça ter seu próprio longa-metragem, uma vez que a Terra é a nossa casa e não tem outra. Se acabar, acabamo-nos todos com ela. Aliás, ela levará suas centenas de anos para se reconstruir, e quem se extingue somos nós. Quer dizer: a gente chegou até aqui depois de tanto avanço filosófico, tecnológico etc. em todas as áreas do pensamento, para provarmos que não sabemos cuidar da nossa única Casa? Acho que a gente pode fazer bem mais do que estamos fazendo, que até agora permanece estancado no óbvio nada...
28/08/24
Disse muito em pouquíssimo tempo.
Quando um curta só precisa de 3 minutinhos pra te impactar com a realidade.
Tão simples, mas interessantíssimo! Gostei do propósito principal (alertar sobre as mudanças climáticas em decorrência do momento atual de grandes perdas ambientais, a respeito do qual AINDA dá tempo de fazer alguma coisa para evitar maiores e dificilmente reparáveis catástrofes). Mas também gostei do chamado pra fazer parte do Extinction Rebellion, o qual ainda não conhecia. Pra quem não conhece ainda, trata-se de um movimento socioecologista internacional que faz uso da desobediência civil não-violenta de modo a chamar a atenção das autoridades governamentais para a ação a respeito das mudanças climáticas por causa tanto da emissão de gases tóxicos, lixo etc., bem como da destruição desenfreada da natureza pelo homem.
Achei uma mensagem altamente válida e pertinente, em vista do que estamos vivenciando (negligência dos governos e das pessoas quanto ao meio ambiente, além dos desastres naturais e a grande dificuldade de contê-los), mas acho também que o tema mereça ter seu próprio longa-metragem, uma vez que a Terra é a nossa casa e não tem outra. Se acabar, acabamo-nos todos com ela. Aliás, ela levará suas centenas de anos para se reconstruir, e quem se extingue somos nós. Quer dizer: a gente chegou até aqui depois de tanto avanço filosófico, tecnológico etc. em todas as áreas do pensamento, para provarmos que não sabemos cuidar da nossa única Casa? Acho que a gente pode fazer bem mais do que estamos fazendo, que até agora permanece estancado no óbvio nada...