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Data de lançamento
20 Nov. 2019Duração
Acostumada a guardar sempre seus sentimentos e pensamentos para si, a adolescente muçulmana Hala (Geraldine Viswanathan) está constantemente tentando criar válvulas de escape devido ao lar conservador onde mora. Quando ela se apaixona por um vizinho e contraria todos os ensinamentos que recebeu, precisa achar uma maneira de lidar com os seus pais.
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como hala fez alusão ao livro, a mãe se libertou do pai, criou-se seu próprio lugar sendo livre independente do que ia acontecer, mas livre
a narração em poesia é muito bonita e sincera, queria que jesse não fosse apenas uma ficada, mas algo permanente mesmo que momentâneo, poderia ter aproveitado ele melhor
mas a trama da familiar é mto mais interesse, a mãe que foi vítima, a própria hala também, o pai um mentiroso que se viu na mentira de hala e comete a violência
Tradição versus modernidade.
Bom filme.
A maior barreira que Hala precisa ultrapassar é a religião. E para isso será preciso de muito mais coragem. Pois é justamente a religião que criou e cria todo esse estado de coisas que oprime as mulheres muçulmanas.
Visto na Apple TV (dezembro 2023). Assisti porque essa temática - muçulmanos vivendo fora de seus países natais - me desperta curiosidade. É interessante perceber como da mesma maneira que eles mantém parcialmente as tradições, também costumam flexibilizá--las. E esse filme, no meu entender, é sobre isso. A flexibilização está na conduta de toda a família, para o bem e para o mal. A minha parte preferida é na última cena, onde Hala vai até o pátio da universidade. Demorei uns segundos pra perceber o que ela havia feito. Um cena simples, mas com grande significado. Para quem gosta da temática "muçulmanos fora de sua terra natal", sugiro ver a série "Califado" (Netflix).
Sensível e bonito, mas podia ter mais profundidade.