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Sinopse
A história acompanha dois pais que entram em uma corrida contra o tempo quando recebem um telefonema angustiante de sua filha, tarde da noite, depois que ela causou um trágico acidente de carro.
Ao meu ver nunca houve a outra vítima. A Alice estava drogada, bateu com o carro na vala e delirou, acreditando que havia atropelado alguém. A mãe disse que na outra vez que ela havia usado drogas havia delirado.
A partir disso, o filme aborda a culpa dos pais por não darem limites aos filhos. Se eles tivessem orientando a Alice a chamar a polícia de imediato, tudo se resolveria, mas eles alimentaram o delírio da filha ao apoiar a fuga dela, o que motivou ela sair do carro porque precisava sumir com o corpo.
Ao sair do carro, é nesse momento que a Alice morre, quando vai em direção à estrada, chapada, tirar um corpo que sequer existe, pois nunca houve outra garota. Ao ir pra estrada, ela é atropelada e os culpados fogem, agindo, por coincidência do destino, da mesma forma criminosa que Alice e seu pai acreditavam ser justificável se fosse pra benefício próprio.
Provavelmente, ela poderia ter sido salva. Mas não foi ajudada. Esse é mais um elemento de culpa. Os pais sequer podem julgar quem a abandonou, pois teriam feito o mesmo.
Os pais, no viva voz, presenciam a morte da Alice ao vivo. A partir dali eles são confrontados por aquela mulher misteriosa, que atua como uma espécie de consciência crítica. A consciência que na verdade é a própria mãe da Alice.
Ou seja, a partir do momento que a Alice é atropelada, quem estava delirando, agora, eram os pais, tomados pela culpa.
O filme é claramente uma alegoria psicológica. Então quem assiste com a expectativa de ver um filme literal de suspense ou terror, obviamente vai se decepcionar. Embora seja um pouco cansativo, eu gostei porque é um filme que faz a gente pensar e explorar várias interpretações.
O filme faz uma metáfora sobre luto e culpa parental. Embora eu tenha interpretado inicialmente de forma diferente: Provavelmente por não ser pai, enxerguei ali um debate sobre se colocar na situação do outro (quando a jovem diz que o corpo está mudando de rosto).
raiva porque o filme se passa todo dentro de um carro, os pais tem atitudes totalmente idiotas, e aquele final sem respostas concretas? T.T Assista por sua conta em risco rs
Ao meu ver nunca houve a outra vítima. A Alice estava drogada, bateu com o carro na vala e delirou, acreditando que havia atropelado alguém. A mãe disse que na outra vez que ela havia usado drogas havia delirado.
A partir disso, o filme aborda a culpa dos pais por não darem limites aos filhos. Se eles tivessem orientando a Alice a chamar a polícia de imediato, tudo se resolveria, mas eles alimentaram o delírio da filha ao apoiar a fuga dela, o que motivou ela sair do carro porque precisava sumir com o corpo.
Ao sair do carro, é nesse momento que a Alice morre, quando vai em direção à estrada, chapada, tirar um corpo que sequer existe, pois nunca houve outra garota. Ao ir pra estrada, ela é atropelada e os culpados fogem, agindo, por coincidência do destino, da mesma forma criminosa que Alice e seu pai acreditavam ser justificável se fosse pra benefício próprio.
Provavelmente, ela poderia ter sido salva. Mas não foi ajudada. Esse é mais um elemento de culpa. Os pais sequer podem julgar quem a abandonou, pois teriam feito o mesmo.
Os pais, no viva voz, presenciam a morte da Alice ao vivo. A partir dali eles são confrontados por aquela mulher misteriosa, que atua como uma espécie de consciência crítica. A consciência que na verdade é a própria mãe da Alice.
Ou seja, a partir do momento que a Alice é atropelada, quem estava delirando, agora, eram os pais, tomados pela culpa.
O filme é claramente uma alegoria psicológica. Então quem assiste com a expectativa de ver um filme literal de suspense ou terror, obviamente vai se decepcionar. Embora seja um pouco cansativo, eu gostei porque é um filme que faz a gente pensar e explorar várias interpretações.
O filme faz uma metáfora sobre luto e culpa parental. Embora eu tenha interpretado inicialmente de forma diferente: Provavelmente por não ser pai, enxerguei ali um debate sobre se colocar na situação do outro (quando a jovem diz que o corpo está mudando de rosto).
Podcast visual.
Não sei descrever o meu sentimento por esse filme, ele é até interessante, mas dá raiva.
raiva porque o filme se passa todo dentro de um carro, os pais tem atitudes totalmente idiotas, e aquele final sem respostas concretas? T.T Assista por sua conta em risco rs
Mas alguém agoniado com o pai dirigindo a 50km por hora como se estivesse passeando?