Uma mãe solteira, atormentada pela morte violenta do marido, batalha com o medo de seu filho de um monstro estar se espreitando pela casa, mas logo descobre a presença sinistra ao seu redor.
Não me importando muito com analogias e outras coisas, mas dá forma ficou, o "Babadook" é a criança, e o monstro (comedor de minhocas) estava só fazendo um favor contra a natalidade de capetinhas mirim insuportáveis. Se o próprio "Babadook" não fosse tão chato e insosso, tinha torcido mais pra ele. Mas minha maior torcida era pra que o filme acabasse! E haja filme, em?! As 1:30 mais arrastadas que eu já vi.
Não vou escreve muito sobre esse filme, mas não curti muito. Já tinha visto e esqueci, e revendo ficou pior. Porém, mesmo brincando e não gostando, a atuação de "Essie Davis" e do "capetinha mirim" Noah Wiseman funcionam. É o maior elogio que tenho para dar ao filme, pois todo o resto não "fede e nem cheira", e nem difere muito de coisas [já batidas] que tem hoje em dia.
Se o filme se focasse mais no drama da mãe e no envolvimento com o sobrenatural, poderia até ter algo """similar""" a "Água Negra" (2002), em pontos como; mãe solteira com dificuldades na vida, faz de tudo para criar seu filho, até que o sobrenatural a encontra e passa a atormenta-los, levando ambos ao limite, principalmente a mãe. Mas "Babadook" em vez de fazer o que da certo, ele tenta ser "espertinho", fazendo uma analogia ao luto, ao fardo, a culpa, etc., mas sem o menor cacife para faze-lo e abordar tudo de forma correta e consistente. Ele começa a se perder em si mesmo, se levar super a sério, e se iludir em sua confiança, mas tudo não passa de aparências, tão finas quanto uma casca de ovo, não sabendo nem se equilibrar entre uma trama que hora parece super infantil (pra crianças de 5 anos mesmo), e hora escorrega em um "pseudo- drama maduro, pseudo-psicológico". Ele não sabe o que quer ser, e não consegue acompanha a própria ideia. O que é uma pena ao meu ver, pois a atriz "Essie Davis" conseguiria faze-lo numa boa.
Fora que nesses "escorregões", ainda há espaço pra tosquices, "gravetos", personagens sem sentido que não leva pra lugar nenhum, e problemas de design, que tiram completamente a imersão da trama, sendo um filme inseguro. Faltou mais capricho nessa "atmosfera", que horas é jogada pra escanteio totalmente. Fora momentos totalmente mal planejados que acabam soando forçados e sem sentido. Há até um "mestre de cordas na casa", e teve uma hora que eu até achei que ia virar "Esqueceram de Mim". O final, que é cansado até chegar lá, em meio a trocentas lâmpadas estourando, sobretudos e gritarias é covarde! Não sabendo realmente o que quer ser/entregar. Poxa! Que filmes esses caras assistiram? que influencias eles tem?!, Caramba! poderiam ter feito tantas coisas, com ângulos de câmeras, personagens, com a locação, com a casa, fazendo um bom uso de sombras e do escuro, tanta coisa!, e nem precisava ter um orçamento maior. Fora que o filme dilui o próprio o Babadook, não o deixando com o grau de periculosidade que promete, faltando muito esmero no mesmo para torna-lo interessante, quiçá icônico. Seu "perigo", conforme o filme avança vai sendo notado, não passando de nada mais ameaçador que um "túnel de vento", "alguém passando trote e uma câmera móvel", fala sério! Até o "Zé do Caixão" era mais feio!. O filme sabota a própria entidade que da nome ao mesmo, faltando criatividade para lhe dar presença e torná-lo ameaçador de verdade, mas aparentemente gastaram toda a criatividade no "livrinho" e em escolhas de design de papel machê duvidosos, no final só sobrando mesmo para ____ praticamente TODA sua ""periculosidade absurda"", fala sério [de novo], muito fraquinho!
Na conclusão, que já não era de se esperar muito, em vez de um desfecho/embate psicológico memorável, era só ter um "bom gogó". É isso. Não vou mais além em um treco que não curti, e já escrevi demais.
Começa bem, mas não curti o desenvolvimento lento e maçante, entendo que é fundamental para o terror psicológico, porém é algo que particularmente não curti nesse filme.
Gente chamando o Samuel de chato, disso e daquilo... Ninguém fala sobre a irmã da protagonista? Que mulherzinha cretina... Me deu vontade de socar a cara dela o tempo todo. Toda vez que ela aparecia, eu respirava fundo para controlar a minha ansiedade. Na cena mesmo
O Babadook vai muito além daquele terror básico de entidade maligna perseguindo pessoas e funciona muito bem ao misturar horror sobrenatural com um drama psicológico pesado. A relação entre mãe e filho, as atuações, principalmente da Essie Davis, e toda a construção do isolamento e da deterioração mental da Amelia me pegaram demais. Gosto também de como o Babadook é usado mais como uma presença constante do que como desculpa para jumpscares, deixando a tensão crescer de forma gradual e angustiante. E tudo fica ainda melhor pela metáfora sobre depressão, luto, culpa, solidão e os monstros internos que a gente tenta esconder. No fim, é sobre aprender a encarar aquilo que nos destrói, porque o trauma continua existindo, mas não precisa mais estar no controle.
Não me importando muito com analogias e outras coisas, mas dá forma ficou, o "Babadook" é a criança, e o monstro (comedor de minhocas) estava só fazendo um favor contra a natalidade de capetinhas mirim insuportáveis. Se o próprio "Babadook" não fosse tão chato e insosso, tinha torcido mais pra ele. Mas minha maior torcida era pra que o filme acabasse! E haja filme, em?! As 1:30 mais arrastadas que eu já vi.
Não vou escreve muito sobre esse filme, mas não curti muito. Já tinha visto e esqueci, e revendo ficou pior. Porém, mesmo brincando e não gostando, a atuação de "Essie Davis" e do "capetinha mirim" Noah Wiseman funcionam. É o maior elogio que tenho para dar ao filme, pois todo o resto não "fede e nem cheira", e nem difere muito de coisas [já batidas] que tem hoje em dia.
Se o filme se focasse mais no drama da mãe e no envolvimento com o sobrenatural, poderia até ter algo """similar""" a "Água Negra" (2002), em pontos como; mãe solteira com dificuldades na vida, faz de tudo para criar seu filho, até que o sobrenatural a encontra e passa a atormenta-los, levando ambos ao limite, principalmente a mãe. Mas "Babadook" em vez de fazer o que da certo, ele tenta ser "espertinho", fazendo uma analogia ao luto, ao fardo, a culpa, etc., mas sem o menor cacife para faze-lo e abordar tudo de forma correta e consistente. Ele começa a se perder em si mesmo, se levar super a sério, e se iludir em sua confiança, mas tudo não passa de aparências, tão finas quanto uma casca de ovo, não sabendo nem se equilibrar entre uma trama que hora parece super infantil (pra crianças de 5 anos mesmo), e hora escorrega em um "pseudo- drama maduro, pseudo-psicológico". Ele não sabe o que quer ser, e não consegue acompanha a própria ideia.
O que é uma pena ao meu ver, pois a atriz "Essie Davis" conseguiria faze-lo numa boa.
Fora que nesses "escorregões", ainda há espaço pra tosquices, "gravetos", personagens sem sentido que não leva pra lugar nenhum, e problemas de design, que tiram completamente a imersão da trama, sendo um filme inseguro. Faltou mais capricho nessa "atmosfera", que horas é jogada pra escanteio totalmente. Fora momentos totalmente mal planejados que acabam soando forçados e sem sentido. Há até um "mestre de cordas na casa", e teve uma hora que eu até achei que ia virar "Esqueceram de Mim". O final, que é cansado até chegar lá, em meio a trocentas lâmpadas estourando, sobretudos e gritarias é covarde! Não sabendo realmente o que quer ser/entregar. Poxa! Que filmes esses caras assistiram? que influencias eles tem?!, Caramba! poderiam ter feito tantas coisas, com ângulos de câmeras, personagens, com a locação, com a casa, fazendo um bom uso de sombras e do escuro, tanta coisa!, e nem precisava ter um orçamento maior.
Fora que o filme dilui o próprio o Babadook, não o deixando com o grau de periculosidade que promete, faltando muito esmero no mesmo para torna-lo interessante, quiçá icônico. Seu "perigo", conforme o filme avança vai sendo notado, não passando de nada mais ameaçador que um "túnel de vento", "alguém passando trote e uma câmera móvel", fala sério! Até o "Zé do Caixão" era mais feio!. O filme sabota a própria entidade que da nome ao mesmo, faltando criatividade para lhe dar presença e torná-lo ameaçador de verdade, mas aparentemente gastaram toda a criatividade no "livrinho" e em escolhas de design de papel machê duvidosos, no final só sobrando mesmo para ____ praticamente TODA sua ""periculosidade absurda"", fala sério [de novo], muito fraquinho!
Na conclusão, que já não era de se esperar muito, em vez de um desfecho/embate psicológico memorável, era só ter um "bom gogó". É isso. Não vou mais além em um treco que não curti, e já escrevi demais.
Revisto em: 02-11-2026
Fraquinho!
Começa bem, mas não curti o desenvolvimento lento e maçante, entendo que é fundamental para o terror psicológico, porém é algo que particularmente não curti nesse filme.
Gente chamando o Samuel de chato, disso e daquilo... Ninguém fala sobre a irmã da protagonista? Que mulherzinha cretina... Me deu vontade de socar a cara dela o tempo todo. Toda vez que ela aparecia, eu respirava fundo para controlar a minha ansiedade. Na cena mesmo
que ela tem a audácia de dizer que a Amélia "tinha que superar" já que "tinha se passado já 7 anos"
E a filha dela é tão insuportável quanto a mãe.
Filme bom demais
O Babadook vai muito além daquele terror básico de entidade maligna perseguindo pessoas e funciona muito bem ao misturar horror sobrenatural com um drama psicológico pesado. A relação entre mãe e filho, as atuações, principalmente da Essie Davis, e toda a construção do isolamento e da deterioração mental da Amelia me pegaram demais. Gosto também de como o Babadook é usado mais como uma presença constante do que como desculpa para jumpscares, deixando a tensão crescer de forma gradual e angustiante. E tudo fica ainda melhor pela metáfora sobre depressão, luto, culpa, solidão e os monstros internos que a gente tenta esconder. No fim, é sobre aprender a encarar aquilo que nos destrói, porque o trauma continua existindo, mas não precisa mais estar no controle.