Jed Cooper é quase linchado por um grupo de homens que o acusam de matar um rancheiro e roubar o gado dele. Deixado pendurado na forca, ele é salvo quando o delegado Bliss chegou ao local. O delegado está à serviço do juiz Adam Fenton, a autoridade máxima em Oklahoma, que exige que os prisioneiros lhe sejam trazidos vivos. Não que Fenton esteja preocupado com a justiça, mas apenas em manter as aparências e fazer o espetáculo mais popular da cidade de Fort Grant: o enforcamento em massa. O juiz acha que com isso ajudará a imagem da região, que se transformará de um Território em um Estado da União.
Ao chegar à corte do juiz, Cooper é libertado pois já haviam capturado o verdadeiro ladrão assassino. Mas Cooper quer vingança contra aqueles que quase lhe mataram. O juiz sabe que Cooper foi um homem da lei em outro Estado, e lhe propõe assumir o cargo de delegado. Assim, ele poderá perseguir seus atacantes legalmente. Mas o juiz faz questão de que eles sejam trazidos vivos para o "julgamento".
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[/spoiler]"...Todos nós temos os nossos fantasmas. Você os caça a seu modo e eu do meu."[spoiler]
Assistido em 28/03/2026
Filme assistido em 01/02/2026, no Prime Video (canal Looke).
Resolvi ver porque havia lido que este foi o primeiro western de Clint filmado em território americano, após seu retorno da Itália. (algo assim)
Sou muito fã da trilha sonora desses westerns, especialmente do clima de tensão criado quase exclusivamente pela música.
O filme é bom. A busca implacável por justiça (ou vingança) confronta diretamente a realidade crua da humanidade, que assiste ao espetáculo do enforcamento, com o juiz encarnando a própria lei e todas as discussões que podem surgir a partir do que se entende por justiça.
Em alguns momentos, é perceptível no rosto do ator o espanto e a surpresa ao perceber que faz parte dessa engrenagem e que nada do que fizer fará diferença.
Após ter trabalhado em três grandes e memoráveis faroestes dirigido pelo italiano Sérgio Leone, Clint Eastwood retorna a direção americana, aqui pela mãos de TED POST neste interessante faroeste. Jed Cooper (Clint Eastwood) é um rancheiro e ex- homem da lei de outro Estado americano, que é acusado de ter roubado o gado de um fazendeiro e foi colocado na forca injustamente. Por sorte, ele consegue se livrar da morte e vai só condado em busca de fazer justiça unindo-se ao juiz local. O melhor do filme são diálogos de cunho político contra os "cidadãos de bens" que queriam fazer justiça com as próprias mãos. O elenco é ótimo e garante uma boa sessão faroeste.
Eu aprecio muito, aos filmes que destacam questões sociopolíticas com boa retórica. Diálogos onde são destacados assuntos sobre moral e cívica, é algo que eu dou uma atenção especial, independente do gênero apresentado. Afinal, Faroeste não tem que ser só pancadarias e tiroteios sem sentido ou lógica. " A Marca da Forca", foi o primeiro longa de Faroeste protagonizado por C. Eastwood nos EUA, após voltar de uma boa temporada na Itália , na qual foi muito bem sucedido. E na minha opinião, foi uma estreia de sucesso.
Concordo que "A Marca da Forca" não seja um espetáculo como foram as produções na Itália; porém é bem realista e reflexivo. Tem tudo a ver com o modo americano de fazer bang-bang. Entre cavalgadas, murros e tiroteios, possui também um excelente conteúdo psicológico. Minha nota para esse filme é 10.
Óia presepada que os caras me arrumam logo no começo. Tem que tá muito cozido de preguiça pra fazer isso mal feito.