Co-produção franco-israelense da K.G. Productions, Gaumont e Films A2 indicado ao Leão de Ouro de melhor filme no Festival de Cinema de Veneza. Este drama foi uma tentativa de retratar o conflito palestino-israelense em termos humanos. O diretor grego Costa-Gavras e Gabriel Byrne colaboraram mais tarde na produção do filme.
Retrato de uma mulher "livre" afirmando seus sentimentos no contexto político do problema israelense-palestino, infelizmente muito manchado pela opressão.
Grupos pró-Israel estavam preocupados com a representação simpática que o filme fazia da questão palestina. Um memorando interno foi distribuído pela B'nai B'rith aconselhando os membros sobre os argumentos que poderiam ser apresentados contra o filme. O longa procura a dimensão humana do problema do Oriente Médio, observando os personagens como personagens, e não como peças de algum jogo geopolítico.
Hanna Kaufman é uma judia polonesa de nacionalidade francesa, mas deseja se tornar israelense. Pouco depois de se casar com Victor Bonnet, ela o abandona e vai para um kibutz em Israel com um poeta que logo se cansa dela. Ela então se estabelece em Jerusalém e conclui o curso de Direito que havia começado antes de se casar. Joshua Herzog, o procurador-geral (e seu amante), a designou para defender Salim Bakri, um imigrante ilegal. O julgamento acontece, e Salim é deportado pela Ponte Allenby. Hanna, separada, mas não divorciada, engravida de Joshua. Desesperada, ela liga para Victor, que ainda a ama e não hesita em pegar o primeiro avião para vê-la.
O grande problema desse filme é focar, exageradamente, na vida íntima da advogada e não no julgamento em si. Uma pena, pois os melhores momentos são os que apresentam como Israel reprimem, expulsam e matam os palestinos em suas próprias terras.
O filme quase desconhecido de Gavras. Porém, não sei onde ele queria chegar, o filme até a metade vai por um caminho, interessante, denunciando a situação quase surreal dos palestinos, onde um palestino é acusado de imigração ilegal, no seu proprio país. Mostra a punição coletiva que os israelenses usavam contra a familia pela "culpa" de um membro dela. Entre outros absurdos, mas a trama pessoal da protagonista é chata, confusa, e o diretor parece ter perdido a mão. Uma pena, Costa-Gavras poderia ter dado ao mundo mais uma grande obra sobre esse tema tão atual.
Co-produção franco-israelense da K.G. Productions, Gaumont e Films A2 indicado ao Leão de Ouro de melhor filme no Festival de Cinema de Veneza. Este drama foi uma tentativa de retratar o conflito palestino-israelense em termos humanos. O diretor grego Costa-Gavras e Gabriel Byrne colaboraram mais tarde na produção do filme.
Retrato de uma mulher "livre" afirmando seus sentimentos no contexto político do problema israelense-palestino, infelizmente muito manchado pela opressão.
Grupos pró-Israel estavam preocupados com a representação simpática que o filme fazia da questão palestina. Um memorando interno foi distribuído pela B'nai B'rith aconselhando os membros sobre os argumentos que poderiam ser apresentados contra o filme. O longa procura a dimensão humana do problema do Oriente Médio, observando os personagens como personagens, e não como peças de algum jogo geopolítico.
Hanna Kaufman é uma judia polonesa de nacionalidade francesa, mas deseja se tornar israelense. Pouco depois de se casar com Victor Bonnet, ela o abandona e vai para um kibutz em Israel com um poeta que logo se cansa dela. Ela então se estabelece em Jerusalém e conclui o curso de Direito que havia começado antes de se casar. Joshua Herzog, o procurador-geral (e seu amante), a designou para defender Salim Bakri, um imigrante ilegal. O julgamento acontece, e Salim é deportado pela Ponte Allenby. Hanna, separada, mas não divorciada, engravida de Joshua. Desesperada, ela liga para Victor, que ainda a ama e não hesita em pegar o primeiro avião para vê-la.
Acabei de Ver, Achei so Regular Mesmo , podia Ser Melhor Sem Dúvida!.
O grande problema desse filme é focar, exageradamente, na vida íntima da advogada e não no julgamento em si.
Uma pena, pois os melhores momentos são os que apresentam como Israel reprimem, expulsam e matam os palestinos em suas próprias terras.
"O que posso dizer? Eles já se decidiram."
É um Gavras menor...mas ainda assim interessante!
O filme quase desconhecido de Gavras. Porém, não sei onde ele queria chegar, o filme até a metade vai por um caminho, interessante, denunciando a situação quase surreal dos palestinos, onde um palestino é acusado de imigração ilegal, no seu proprio país. Mostra a punição coletiva que os israelenses usavam contra a familia pela "culpa" de um membro dela. Entre outros absurdos, mas a trama pessoal da protagonista é chata, confusa, e o diretor parece ter perdido a mão. Uma pena, Costa-Gavras poderia ter dado ao mundo mais uma grande obra sobre esse tema tão atual.