Retrato íntimo da perda progressiva de identidade de uma mulher, enquanto luta para chegar a um acordo com seu passado e seu próprio senso de realidade, explorando a alienação contemporânea e a luta humana para se conectar.
Filme super sem sentido, pois é filmado somente pela ótica da protagonista e não sabemos o que ela esconde,seus pensamentos e somente a observamos,como se fôssemos paparazzis. Se essa foi a intenção do diretor,ele arrasou,mas confesso que não é fácil aceitar um filme que só te dão dúvidas e sofrimento.
Toda hora mostra uma parte da sua nudez e não sei por qual razão isso é mostrado, visto que estamos ciente da sua velhice. Não se sabe o porquê do ocorrido com o marido e a falta de contato com o filho,mas como o neto a adora, se teoricamente não tem contato com ela? Muitas pontas soltas,monotonia e só pensava em quanto ela e o marido deveriam ter sido ruins no passado,para estarem nessa situação lamentável no presente. Um saco!
É um filme tedioso, sem falas constantes. Porém que mostra uma personagem em depressão tentando viver sua vida, sobrevivendo à uma vida vazia e sem perspectivas. Pra quem tem depressão como eu, consegue entender até o choro calado personagem. E que com o seu olhar triste que grita o tempo todo pro mundo sua dor, o quão completamente dilacerada, pesada, passada, em solidão, e desprezada ela se tornou. É nítido toda a emoção que a personagem carrega e que não se dissolve; e de como a vida conversa com o sua morte interior, muito embora o fim de todos que sofrem seja esse o final fica a desejar. Mas enfim, vida que segue! Pra muitos, viver é um fardo, um sacrilégio sem grandes perspectivas pior ainda na velhice. Corujão, Globo em 17/06/21
O filme deixa muitas perguntas sem respostas e isso não acrescenta em nada ao seu roteiro frágil. A atuação de Rampling salva de um total fiasco.
Que filme tedioso! Vi e não aguentei, mesmo com tantos elogios, achei a trama muito sem graça e não vai a lugar algum.
Filme super sem sentido, pois é filmado somente pela ótica da protagonista e não sabemos o que ela esconde,seus pensamentos e somente a observamos,como se fôssemos paparazzis.
Se essa foi a intenção do diretor,ele arrasou,mas confesso que não é fácil aceitar um filme que só te dão dúvidas e sofrimento.
Toda hora mostra uma parte da sua nudez e não sei por qual razão isso é mostrado, visto que estamos ciente da sua velhice.
Não se sabe o porquê do ocorrido com o marido e a falta de contato com o filho,mas como o neto a adora, se teoricamente não tem contato com ela?
Muitas pontas soltas,monotonia e só pensava em quanto ela e o marido deveriam ter sido ruins no passado,para estarem nessa situação lamentável no presente.
Um saco!
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É um filme tedioso, sem falas constantes. Porém que mostra uma personagem em depressão tentando viver sua vida, sobrevivendo à uma vida vazia e sem perspectivas. Pra quem tem depressão como eu, consegue entender até o choro calado personagem. E que com o seu olhar triste que grita o tempo todo pro mundo sua dor, o quão completamente dilacerada, pesada, passada, em solidão, e desprezada ela se tornou. É nítido toda a emoção que a personagem carrega e que não se dissolve; e de como a vida conversa com o sua morte interior, muito embora o fim de todos que sofrem seja esse o final fica a desejar. Mas enfim, vida que segue!
Pra muitos, viver é um fardo, um sacrilégio sem grandes perspectivas pior ainda na velhice.
Corujão, Globo em 17/06/21
Alguém poderia me ajudar a entender o final?
Qual foi o crime do marido? Que fotos eram as do envelope?