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Sinopse
O filme mostra Marybeth procurando o verdadeiro segredo para acabar com a maldição vodu que fez com que o fantasma de Crowley aterrorizasse o pântano de Honey Island por décadas.
Uma equipe policial é chamada para rastrear uma carnificina nos pântanos da Louisiana, enquanto Marybeth (Danielle Harris), sobrevivente dos crimes de Victor Crowley, volta a ser perseguida pelo monstro assassino.
O terceiro capítulo da franquia de terror independente “Terror no pântano” mantém o tom de continuidade direta, começando exatamente após os eventos sangrentos do segundo longa-metragem. Marybeth, interpretada de novo por Danielle Harris, busca uma forma de acabar com a maldição de Victor Crowley (já que ele não morre nunca), enquanto policiais e militares invadem o pântano em uma tentativa desesperada de eliminar o monstro. Crowley reaparece ainda mais voraz por sangue, desmembrando e trucidando quem aparecer na frente – é um dos mais violentos da cinessérie, com mortes escabrosas. Neste capítulo que expande o universo da franquia sem deixar de homenagear o cinema slasher, as influências vão além de “Sexta-feira 13”, chegando perto de “Aliens” e “O predador”, já que há uma atmosfera de guerra contra uma criatura imortal. O elenco traz novamente Kane Hodder como Crowley, e participação de três nomes do cinema de terror dos anos 80 e 90, Zach Galligan, de “Gremlins”, Caroline Williams, de “O massacre da serra elétrica 2”, e Sean Whalen, de “As criaturas atrás das paredes”. É o único filme em que o criador da franquia, Adam Green, não dirige; ele apenas fez o roteiro, deixando a direção a BJ McDonnell, que segue os mesmos passos do amigo/mentor. Saiu em DVD no box “Terror no pântano”, lançado recentemente pela Obras-primas do Cinema; a caixa traz os quatro filmes da franquia, em disco duplo, e mais de 1h de extras, como making of, entrevistas com elenco e diretor. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
Uma destilação pura dos excessos dos anos 80, amplificados para uma audiência moderna dessensibilizada. Suas falhas são, em muitos aspectos, características intencionais do estilo que Adam emula e celebra
Esta é a razão de ser do filme. As mortes são criativas, grotescas e executadas com um primor artesanal que é um deleite. A violência é tátil, molhada e gloriosamente exagerada
A partir do momento em que a SWAT entra no pântano, se torna uma montanha-russa de carnificina, com pouquíssimo tempo para respirar
A Futilidade da Autoridade Moderna. Trauma e Resiliência. Violência como Espetáculo.
Os personagens tomam decisões consistentemente estúpidas, e a mitologia da maldição parece ser convenientemente maleável para atender às necessidades da trama
O roteiro existe apenas como um esqueleto para pendurar as cenas de morte. Os diálogos são expositivos e repletos de clichês
Não importa o tamanho da sua arma, Victor Crowley tem um machado e muito mais tempo livre
Sem dúvidas o melhor da franquia. Não há muita enrolação, já começa exatamente onde o anterior terminou e acontece muitas mortes bizarras e graficamente são um deboche, gore de encher os olhos.
Eu gostei mais dos 2 primeiros. Essa terceira parte não é dirigida pelo mesmo diretor, mas a carnificina continua magnífica ! Já a história eu achei muito forçada. Atenção para uma ponta do Sid Haig como um parente do Victor Crowley.
Terror no pântano 3
Uma equipe policial é chamada para rastrear uma carnificina nos pântanos da Louisiana, enquanto Marybeth (Danielle Harris), sobrevivente dos crimes de Victor Crowley, volta a ser perseguida pelo monstro assassino.
O terceiro capítulo da franquia de terror independente “Terror no pântano” mantém o tom de continuidade direta, começando exatamente após os eventos sangrentos do segundo longa-metragem. Marybeth, interpretada de novo por Danielle Harris, busca uma forma de acabar com a maldição de Victor Crowley (já que ele não morre nunca), enquanto policiais e militares invadem o pântano em uma tentativa desesperada de eliminar o monstro. Crowley reaparece ainda mais voraz por sangue, desmembrando e trucidando quem aparecer na frente – é um dos mais violentos da cinessérie, com mortes escabrosas. Neste capítulo que expande o universo da franquia sem deixar de homenagear o cinema slasher, as influências vão além de “Sexta-feira 13”, chegando perto de “Aliens” e “O predador”, já que há uma atmosfera de guerra contra uma criatura imortal. O elenco traz novamente Kane Hodder como Crowley, e participação de três nomes do cinema de terror dos anos 80 e 90, Zach Galligan, de “Gremlins”, Caroline Williams, de “O massacre da serra elétrica 2”, e Sean Whalen, de “As criaturas atrás das paredes”. É o único filme em que o criador da franquia, Adam Green, não dirige; ele apenas fez o roteiro, deixando a direção a BJ McDonnell, que segue os mesmos passos do amigo/mentor. Saiu em DVD no box “Terror no pântano”, lançado recentemente pela Obras-primas do Cinema; a caixa traz os quatro filmes da franquia, em disco duplo, e mais de 1h de extras, como making of, entrevistas com elenco e diretor. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom
Uma destilação pura dos excessos dos anos 80, amplificados para uma audiência moderna dessensibilizada. Suas falhas são, em muitos aspectos, características intencionais do estilo que Adam emula e celebra
Esta é a razão de ser do filme. As mortes são criativas, grotescas e executadas com um primor artesanal que é um deleite. A violência é tátil, molhada e gloriosamente exagerada
A partir do momento em que a SWAT entra no pântano, se torna uma montanha-russa de carnificina, com pouquíssimo tempo para respirar
A Futilidade da Autoridade Moderna. Trauma e Resiliência. Violência como Espetáculo.
Os personagens tomam decisões consistentemente estúpidas, e a mitologia da maldição parece ser convenientemente maleável para atender às necessidades da trama
O roteiro existe apenas como um esqueleto para pendurar as cenas de morte. Os diálogos são expositivos e repletos de clichês
Não importa o tamanho da sua arma, Victor Crowley tem um machado e muito mais tempo livre
Não há a verdadeira fortaleza (resistir ao mal por um bem maior), apenas a sobrevivência bruta.
Sem dúvidas o melhor da franquia.
Não há muita enrolação, já começa exatamente onde o anterior terminou e acontece muitas mortes bizarras e graficamente são um deboche, gore de encher os olhos.
11-10-2025 - Revisto
Eu gostei mais dos 2 primeiros. Essa terceira parte não é dirigida pelo mesmo diretor, mas a carnificina continua magnífica ! Já a história eu achei muito forçada. Atenção para uma ponta do Sid Haig como um parente do Victor Crowley.
Este filme é melhor só que o segundo, tem um ritmo muito bom. Vale a pena ver.