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Vinte anos atrás, um acidente mortal obrigou Eddie Burber a sair de sua casa. Agora é concedida uma permissão a uma fraternidade para usar a velha casa com a finalidade de arrecadar fundos com uma festa. Enquanto os alunos prepararam a casa para a festa, eles são caçados e colocados na casa assombrada. Uma coisa é certa, ninguém sabe realmente acontecendo. Uns estão morrendo e outros estão rindo.
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Apesar de ser extremamente genérico e o ritmo não ser dos melhores, acho que tem uma boa atmosfera dos típicos slashers noventistas com um assassino interessante, algumas mortes legais e cenas de nudez.
Sem dúvida o melhor momento é no final quando o psicopata tá matando geral na casa de horrores e o povo achando que faz parte do show.
Claro que está muito longe de ser um dos melhores do gênero, mas já vi piores.
Fraquíssimo. Se tivesse sido lançado em 1980 talvez eu achasse até legalzinho, mas 1991 já estava batido demais essa trama. Quero dizer, os slashers de primeira geração (1978-1983) tinham a estrutura padrão: evento traumatizante no passado, assassino que só é revelado no fim em uma reviravolta e não tem nada de sobrenatural além de não termos a necessidade de uma final girl. A partir de 1984, com A Hora do Pesadelo, é que os slashers adquirem o tom sobrenatural e abandonam a ideia do identidade do assassino só ser revelado no fim.
Aí temos esse filme que é purinho um slasher de primeira geração, mas já lançado quase dez anos depois dessa estrutura já ter sucumbido. Talvez, e isso é pura conjectura minha, tenham tentado retomar os slashers clássicos de primeira geração e por isso pega a estrutura deles. Mas, ora, Pânico também tinha essa proposta, mas o fez com maestria e adicionando toques diferenciais. Esse daqui é simplesmente sem inspiração nenhuma, um mero copia e cola de ideias já utilizadas.
As atuações são horrendas, salvando uma ou outra. O protagonista, então, é horrível, até para os padrões dos slashers. A trama de romance do protagonista também é enfadonha, o cara claramente dá atenção para a moça, ela está reclamando sem motivo e gosta dele, não tem razão para ficar de joguinhos.
As mortes são sem graça, a trama de mistério não empolga. Os caras conseguem construir uma casa de horror muito boa em tempo recorde, em poucas horas. A única parte realmente boa e inspirada são as duas cenas que o assassino mata e o pessoal acha que é parte das atrações da casa. Mas, mesmo essas cenas escorregam ao exagerarem com a decaptação que claramente não foi de mentira.
Enfim, compôs o quartetinho de filmes de terror que assiti no Halloween que foi fraquinho esse ano. Só que esse daqui foi tão fraco que parei de ver faltando meia hora e só foi terminar agora, uns 20 dias depois do Halloween. Os outros foram Entrevista com o Demônio (salvou o ano, é ótimo), All Hallows Eve 2 (horrível) e Phantasm (decepção).
Nota: 6.4.
"Olha gente! Tem outra sala."
Fora a trilha sonora, extremamente chata, é um slasher bem redondinho e assistível, sem ser marcante, porém sem decepcionar tampouco. Vale a pena assistir, mesmo que uma única vez.
Slasher do período decadente, com fraca maquiagem e trilha barata tentando emular o theme de Halloween.