...eles nunca iam se pegar. Não ter cena de sexo é uma escolha sublime, de acordo com o ritmo delicado do verão deles juntos. A negativa do Eugênio é uma palhaçada, mas uma reação baseada em orgulho, quase que pedante só pra contradizer, sair por cima... E isso eu entendo porque é o que mais vejo no mundo gay.
Primeiramente, sobre os protagonistas: que homens lindos! Me encantei pelos dois quase instantaneamente e fiquei assim até o segundo final do filme. Lindos, lindos, lindos demais!
Em segundo lugar, quanta química! Dava pra sentir o interesse mútuo saindo pela tela de tão óbvio que tava.
passa mais da metade do filme se oferecendo para o outro (porque ali não é paquerar não, é se oferecer mesmo), que é extremamente tímido e na dele, e quando ele finalmente retribui, o cara rejeita o beijo. Patético e ridículo! Mesmo tendo sido após aquela conversa podre com o irmão dele, enfatizando a diferença financeira entre os dois, não vi justificativa para ele rejeitar o beijo. Já era óbvio o interesse do Martín nele. Depois desse momento, foi difícil levar o Eugênio a sério. Sinceramente, quem rejeitaria o Martín em sã consciência!? Felizmente o Eugênio se tocou logo em seguida do que tinha perdido.
Já estava prevendo, mas fiquei muito chateado com as coisas acontecendo nos 5 minutos finais. Esse tipo de filme me incomoda por focar somente na descoberta do interesse/amor e não na prática dele em si. A sensação que ficou após o filme acabar é que faltou mais cenas de amor entre os dois e também um diálogo bem trabalhado. Não era nem mostrar o que aconteceria no futuro. Era só aprofundar mais o presente. E aí o filme acaba e boa sorte com a imaginação.
Essa história tinha potencial pra mais, mas infelizmente não aproveitou melhor o tempo.
Que filme lindo, gente. Fiquei nervoso achando que...
...eles nunca iam se pegar. Não ter cena de sexo é uma escolha sublime, de acordo com o ritmo delicado do verão deles juntos. A negativa do Eugênio é uma palhaçada, mas uma reação baseada em orgulho, quase que pedante só pra contradizer, sair por cima... E isso eu entendo porque é o que mais vejo no mundo gay.
Fazem 5 anos desde que vi pela primeira vez. E só agora, percebo as relações criadas em diferentes classes sociais.
Primeiramente, sobre os protagonistas: que homens lindos! Me encantei pelos dois quase instantaneamente e fiquei assim até o segundo final do filme. Lindos, lindos, lindos demais!
Em segundo lugar, quanta química! Dava pra sentir o interesse mútuo saindo pela tela de tão óbvio que tava.
Agora sobre o filme em si:
O cara
passa mais da metade do filme se oferecendo para o outro (porque ali não é paquerar não, é se oferecer mesmo), que é extremamente tímido e na dele, e quando ele finalmente retribui, o cara rejeita o beijo. Patético e ridículo! Mesmo tendo sido após aquela conversa podre com o irmão dele, enfatizando a diferença financeira entre os dois, não vi justificativa para ele rejeitar o beijo. Já era óbvio o interesse do Martín nele. Depois desse momento, foi difícil levar o Eugênio a sério. Sinceramente, quem rejeitaria o Martín em sã consciência!? Felizmente o Eugênio se tocou logo em seguida do que tinha perdido.
Já estava prevendo, mas fiquei muito chateado com as coisas acontecendo nos 5 minutos finais. Esse tipo de filme me incomoda por focar somente na descoberta do interesse/amor e não na prática dele em si. A sensação que ficou após o filme acabar é que faltou mais cenas de amor entre os dois e também um diálogo bem trabalhado. Não era nem mostrar o que aconteceria no futuro. Era só aprofundar mais o presente. E aí o filme acaba e boa sorte com a imaginação.
Essa história tinha potencial pra mais, mas infelizmente não aproveitou melhor o tempo.
O filme é legal, mas é muito lento. Realmente em alguns momentos a gente sente sono.
O filme se expressa silenciosamente, o que alimenta bastante a química entre os personagens. Admito que tive muita raiva do Eugenio, rs.