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Data de lançamento
14 Out. 1994Duração
Durante os anos 50, Pauline Parker (Melanie Lynskey) e Juliet Hulme (Kate Winslet) se conheceram na escola e na mesma hora se tornaran grandes amigas passando juntas, todo o tempo possível. Criativas, escreviam sobre uma terra cheia de sonhos e fantasias. Cada vez mais essa estranha ligação entre as duas adolescentes se tornava uma obsessão, a ponto de se afastarem da realidade e de suas próprias famílias. Com o tempo, a duas perceberam que eram muito diferentes das demais pessoas e concordaram em assumir qualquer risco para que nada no mundo pudesse separá-las. Em uma época extremamente moralista, as duas famílias aumentavam suas preocupações pois esse universo de sonhos e fantasias está prestes a se transformar em um assassinato cruel que chocou toda uma nação.
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Após os ótimos trashs Náusea Total e Fome Animal, o diretor Peter Jackson, que anos depois ficaria famoso pela icônica adaptação de Senhor dos Anéis, traz ao espectador Almas Gêmeas, que foge completamente do tom inicial de sua carreira, mas sem deixar de ser um grande filme.
A história é envolvente e muito bem contada, muito por conta dos personagens com destaque é claro para Kate Winslet e Melanie Lynskey, ambas bem novas e dando um show. O roteiro levanta a questão de até que ponto a amizade pode ser algo saudável até ultrapassar a linha para a obsessão, refletindo sobre o que as pessoas estão dispostas a fazer para alcançar tal laço fraterno.
O climáx do longa fica por conta do desfecho, que é forte e cru ao mesmo tempo, causando um grande impacto no espectador e fechando uma história bonita em alguns pontos, mas perturbadoras em outros, merecendo total mérito na indicação ao Oscar de melhor roteiro original.
*** (Bom)
final espetacular
Perturbador, artístico e triste
Pesquisei sobre a história real e é devastador e assustador. Em alguns casos criminais as pessoas fazem recortes sociais (época, idade, contexto de abusos ou demais aspectos inseridos como relação com fé e relações de poder, classe social, gênero, etc) e entendo que houve h0m0f0b1a e nada justifica crime
Pelo que li, a Pauline ficou profundamente arrependida - o que é atípico em casos criminais. Só que foi de extrema crueldade... Juliet virou escritora prestigiada de histórias de crimes. Ambas encontraram refúgio na religião e literatura.
28.10.1995
assisti na minha estadia em Chrischurch na Nova Zelândia. Que choque de filme.