O filme reconta, com algumas mudança em relação à história de Homero, a Guerra de Tróia, travada pelos gregos contra o rei Páris, após este raptar a rainha de Esparta, Helena.
Páris de Tróia (Jacques Sernas) viaja para Esparta para conseguir um tratado de paz entre as duas cidades-potências. Seu navio é forçado a voltar para Tróia em meio a uma tempestade que o lança ao mar e nas costas de Esparta, onde é encontrado por Helena, a rainha, por quem se apaixona. Ele vai para o palácio real onde encontra o marido de Helena, o rei Menelau (Niall MacGinnis), Agamenon (Robert Douglas), Odisseu (Torin Thatcher), Aquiles (Baker) e muitos outros líderes gregos discutindo como fazer a guerra com Tróia. Menelau vê que Helena e Paris estão apaixonados e, fingindo amizade ao rei troiano, planeja a sua morte.
Avissado por Helena, Páris foge de volta à Tróia levando ela consigo. Os gregos se unem e cercam Tróia com seus exércitos, clamando por sua rainha e por Páris, até que fica claro que tudo que desejam é apenas os tesouros troianos e não Helena. A vitória acaba sendo grega através da famosa armadilha do Cavalo de Tróia. Quando tentam fugir, Helena e Paris são cercados por Menelau que é enfrentado em duelo por Páris, que vence o combate mas é esfaqueado pelas costas à traição. Helena é forçada a voltar a Esparte com Menelau, mas sabendo dentro de si que algum dia se reunirá a ele.
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Teve uns momentos bons, mas é muito meloso e com atuações bem "estáticas".
24.05.2006
Sou fã ardoroso do cinema épico clássico e é super agradável rever "Helena de Tróia", com a estonteante Rossana Podestá no papel título. Este filme, elaborado com roteiro consistente e ambicioso, cumpre bem o seu papel para uma produção cinematográfica da década de 50. Funciona impecavelmente como notável drama histórico com toque de romance, valorizado pela belíssima fotografia e boas cenas de ação. Impossível deixar de mencionar os belos enquadramentos e a profundidade de campo, o que resultou num designer primoroso (cenários, figurinos, montagem), construções artísticas que enaltecem essa estilosa versão cinematográfica. Direção brilhante de Robert Wise.
Co-produção ítalo-franco-estadunidense que é um drama romântico de aventura e guerra histórico da Warner Bros. em CinemaScope, que foi baseado na "Ilíada" e na "Odisseia" de Homero. Outras versões: A guerra de Tróia (61), a minissérie feita para a TV Helen of Troy (03) e Tróia (04), todas baseadas no mesmo livro de Homero "A Ilíada".
Raoul Walsh (1887-1980) foi contratado para ajudar Robert Wise (1914-2005), dirigindo unidades adicionais sem créditos. Na época de seu lançamento, esta foi supostamente a produção mais ambiciosa já realizada pela Warner Bros. Sergio Leone (1929-1989) foi um dos diretores da segunda unidade. Ele teve uma experiência mais gratificante neste filme americano porque conseguiu se comunicar diretamente com o diretor, já que ambos falavam francês. Brigitte Bardot como Andraste, serva de Helen, em sua primeira produção cinematográfica filmada fora da França, aparece em uma participação especial. As filmagens foram rodadas em Lázio, Roma,e em Toscana, na Itália.
Um grande sucesso de Hollywood com quase 3.000 extras. Redescobrimos o esplendor e o poder dos blockbusters da época. O diretor Wise afirmou na época: "Dirigi sem prazer uma obra pesada e monótona. O tipo de filme que não me interessa". Por incrível que pareça, não achei ruim esta superprodução épica e mitológica, a estória prende a atenção, passa rapidinho e a bela libiana Rossana Podestà (1934-2013) se destaca.
Não faz justiça a Iiada e a Odisséia.
Uma versão rasa da guerra de Tróia e pior Paris sendo um bravo guerreiro quando era apenas um covarde.
A cena final é patética.
https://www.youtube.com/watch?v=3gKi_91Tasg
Hollywood fez um filme horrivel quando tinha u mante rial de primeira.
Eles tem nas mão um roteirista americano sai essa draga, pq uma história assim nas mãos de um Tolstoi, um victor Hugo, um Shakespeare, sairia um épico e uma tragédia.