Uma aventura filmada em Londres, Bahamas e nos Alpes Suíços. Neste filme, os Beatles são perseguidos por membros de um culto indiano que querem o anel que Ringo está usando.
O filme estrelado pelos Beatles e dirigido por Richard Lester é uma comédia musical que solidifica a imagem da banda como ícones globais e expõe a fama deles de uma forma caótica e bem-humorada. Lançado um ano depois do sucesso de "A Hard Day's Night", o longa leva a excentricidade a um novo nível, misturando elementos de aventura, espionagem e o humor característico do quarteto.
O cineasta Richard Lester, que já havia trabalhado com a banda no filme de 1964, aprimora seu estilo em "Help!" através de cortes rápidos, ângulos de câmera incomuns e um senso de anarquia que complementa perfeitamente o jeito despreocupado do grupo. Há o uso proeminente do humor físico, com gags recorrentes e situações hilárias que exploram a dinâmica entre os quatro. Embora não seja formalmente treinada, a atuação dos Beatles é natural e carismática, refletindo bem suas personalidades.
Como é de se esperar, a trilha sonora composta pela banda é o que rege os principais momentos do filme. Ela faz com que a história funcione como um álbum visual, apresentando canções memoráveis. As sequências musicais dão um toque todo especial ao integrar a performance do quarteto à narrativa de maneira criativa, e um dos grandes exemplos é a famosa cena de "Ticket to Ride" na neve.
“Help!” nos mostra os Beatles em seu auge, irradiando uma energia contagiante e um charme irresistível. Além de proporcionar inegavelmente uma experiência divertida, o longa também serve como um registro fascinante de uma era e da extraordinária influência cultural do grupo.
É a quase a mesma coisa que comentei em A Hard Day’s Night. A diferença é que ao invés de não ter trama nenhuma e ser baseado no improviso como os Reis do Iê Iê Iê, Help! possui uma ótima premissa e... bom, é só isso mesmo. A premissa envolvendo o anel é uma boa ideia que é delongada à exaustão, sem apresentar alguma trama para essa premissa. Evidência disso é a clássica mudança de locações para tentar fazer (ou fingir que faz) a trama andar. Maaaaaas, apesar dos pesares, é um filme dos Beatles, com ótimas músicas e algumas situações engraçadas (a casa dos Beatles, por exemplo). Entretanto, ainda acho que A Hard Day’s Night funcionou melhor em sua proposta e no humor empregado. Nota: 7.9.
Os Beatles num filme besteirol britânico. É divertido e conta com atuações hilárias dos membros da banda, inclusive cena onde o George Harrison fica literalmente em cima de um carro em movimento (pelo visto não existia dublês). Fora isso, nada de muito especial, 4 estrelas um pra cada Fab Four.
Ai esse humor britânico. kkkkkk Mas meu povo, vim ver esse tipo de filme esperando uma obra de arte kkkk Irá falhar miseravelmente kkkkkkk Aliás, acho que esse é um dos únicos filmes (meio musicais), que queria mais músicas que atuações kkkkkk Mas vale o registro!
O filme estrelado pelos Beatles e dirigido por Richard Lester é uma comédia musical que solidifica a imagem da banda como ícones globais e expõe a fama deles de uma forma caótica e bem-humorada. Lançado um ano depois do sucesso de "A Hard Day's Night", o longa leva a excentricidade a um novo nível, misturando elementos de aventura, espionagem e o humor característico do quarteto.
O cineasta Richard Lester, que já havia trabalhado com a banda no filme de 1964, aprimora seu estilo em "Help!" através de cortes rápidos, ângulos de câmera incomuns e um senso de anarquia que complementa perfeitamente o jeito despreocupado do grupo. Há o uso proeminente do humor físico, com gags recorrentes e situações hilárias que exploram a dinâmica entre os quatro. Embora não seja formalmente treinada, a atuação dos Beatles é natural e carismática, refletindo bem suas personalidades.
Como é de se esperar, a trilha sonora composta pela banda é o que rege os principais momentos do filme. Ela faz com que a história funcione como um álbum visual, apresentando canções memoráveis. As sequências musicais dão um toque todo especial ao integrar a performance do quarteto à narrativa de maneira criativa, e um dos grandes exemplos é a famosa cena de "Ticket to Ride" na neve.
“Help!” nos mostra os Beatles em seu auge, irradiando uma energia contagiante e um charme irresistível. Além de proporcionar inegavelmente uma experiência divertida, o longa também serve como um registro fascinante de uma era e da extraordinária influência cultural do grupo.
É a quase a mesma coisa que comentei em A Hard Day’s Night. A diferença é que ao invés de não ter trama nenhuma e ser baseado no improviso como os Reis do Iê Iê Iê, Help! possui uma ótima premissa e... bom, é só isso mesmo. A premissa envolvendo o anel é uma boa ideia que é delongada à exaustão, sem apresentar alguma trama para essa premissa. Evidência disso é a clássica mudança de locações para tentar fazer (ou fingir que faz) a trama andar. Maaaaaas, apesar dos pesares, é um filme dos Beatles, com ótimas músicas e algumas situações engraçadas (a casa dos Beatles, por exemplo). Entretanto, ainda acho que A Hard Day’s Night funcionou melhor em sua proposta e no humor empregado.
Nota: 7.9.
Maior banda de todas.
Cenas musicais ótimas e até que a história não é de toda ruim...
Os Beatles num filme besteirol britânico. É divertido e conta com atuações hilárias dos membros da banda, inclusive cena onde o George Harrison fica literalmente em cima de um carro em movimento (pelo visto não existia dublês). Fora isso, nada de muito especial, 4 estrelas um pra cada Fab Four.
873. (14/11/2020)
Ai esse humor britânico. kkkkkk
Mas meu povo, vim ver esse tipo de filme esperando uma obra de arte kkkk Irá falhar miseravelmente kkkkkkk
Aliás, acho que esse é um dos únicos filmes (meio musicais), que queria mais músicas que atuações kkkkkk
Mas vale o registro!