Drama de suspense policial noir em WarnerColor e CinemaScope da Jaguar Productions, Ladd Enterprises e Warner Bros. que foi baseado no romance "The darkest hour", de William P. McGivern (1918-1982). Antepenúltimo filme dirigido por Frank Tuttle (1892-1963).
O cenário interno da delegacia de polícia foi o mesmo usado em Juventude transviada (55), lançado 2 meses antes. Uma das marcas registradas de Edward G. Robinson (1893-1973) era fumar charutos. Neste filme, quando seu personagem Victor Amato está prestes a sair do escritório, ele pega alguns de um grande humidor para colocar no bolso. Não apenas 2 ou 3, mas 5 - e ele já está fumando outro. Foi feito para a própria produtora de Alan Ladd (1913-1964), a Jaguar. O filme contou com uma aparição inicial em Hollywood do ator australiano Rod Taylor (1930-2015).
Um bom momento de cinema de ação, sem psicologia abusiva ou digressões chatas, para um pequeno e sólido filme noir americano que merece inteiramente nosso respeito e nossa atenção. Onde falta narrativa, compensa com visuais impressionantes e música dramática. Alguns momentos de tensão e suspense.
Alan Ladd é um caso curioso da velha Hollywood. Baixo e sem um físico atlético, ele protagonizou inúmeros e importantes filmes chamados Noir, nas décadas de 40 e 50. E esse continua sendo o problema aqui. Ele não convence como um ex-tira durão, que foi preso injustamente, culpa de Amato, um velho mafioso feito quase no automático pelo G. Robinson, tipo que ele consagrou nos filmes de gangsters dos anos 30. Fora isso, tem que lidar com um chifre levado pela mulher, a maravilhosa Joanne Dru, quando estava preso. O filme ainda tem a paixão do King Kong, Fay Wray, já envelhecida, em um papel secundário, e uma ponta da deliciosa Jayne Mansfield. Em resumo, é o encontro de dois gêneros, film noir e gangster movie, com mulheres lindas, Ladd "Stone Face" que não convence como fodão e um Robinson no automático fazendo o que ele mais sabia, fazer o papel do desagradável. Vale checar.
Drama de suspense policial noir em WarnerColor e CinemaScope da Jaguar Productions, Ladd Enterprises e Warner Bros. que foi baseado no romance "The darkest hour", de William P. McGivern (1918-1982). Antepenúltimo filme dirigido por Frank Tuttle (1892-1963).
O cenário interno da delegacia de polícia foi o mesmo usado em Juventude transviada (55), lançado 2 meses antes. Uma das marcas registradas de Edward G. Robinson (1893-1973) era fumar charutos. Neste filme, quando seu personagem Victor Amato está prestes a sair do escritório, ele pega alguns de um grande humidor para colocar no bolso. Não apenas 2 ou 3, mas 5 - e ele já está fumando outro. Foi feito para a própria produtora de Alan Ladd (1913-1964), a Jaguar. O filme contou com uma aparição inicial em Hollywood do ator australiano Rod Taylor (1930-2015).
Um bom momento de cinema de ação, sem psicologia abusiva ou digressões chatas, para um pequeno e sólido filme noir americano que merece inteiramente nosso respeito e nossa atenção. Onde falta narrativa, compensa com visuais impressionantes e música dramática. Alguns momentos de tensão e suspense.
Alan Ladd é um caso curioso da velha Hollywood. Baixo e sem um físico atlético, ele protagonizou inúmeros e importantes filmes chamados Noir, nas décadas de 40 e 50. E esse continua sendo o problema aqui. Ele não convence como um ex-tira durão, que foi preso injustamente, culpa de Amato, um velho mafioso feito quase no automático pelo G. Robinson, tipo que ele consagrou nos filmes de gangsters dos anos 30. Fora isso, tem que lidar com um chifre levado pela mulher, a maravilhosa Joanne Dru, quando estava preso. O filme ainda tem a paixão do King Kong, Fay Wray, já envelhecida, em um papel secundário, e uma ponta da deliciosa Jayne Mansfield. Em resumo, é o encontro de dois gêneros, film noir e gangster movie, com mulheres lindas, Ladd "Stone Face" que não convence como fodão e um Robinson no automático fazendo o que ele mais sabia, fazer o papel do desagradável. Vale checar.