Estudantes decidem fazer um tributo a sua estrela favorita de cinema, roubando seu corpo da sepultura. Mas ao violarem seu túmulo, liberam uma força poderosa, envolvida com magia negra.
Costumo gostar dos filmes da Troma, mas este, apesar do clima nostálgico, da fotografia e da homenagem ao mundo do cinema de horror, exagerou demais nos furos e na lentidão dos acontecimentos. Recomendo assistir para ter sua própria opinião, mas não foi cativante para mim.
Mais uma obra da Troma e, apesar de avaliar como mediana, é impossível não reconhecer que trata-se de um filme com uma boa direção, uma interessante premissa, boa fotografia e, até certo ponto, com um bom ritmo. Antes de mais nada é importante não utilizar critérios atuais para alguns quesitos técnicos, como os efeitos especiais. Isso por 2 simples motivos: é um filme do início dos anos 80 e por ser da Troma. A produtora teria feito um filme exatamente igual, mesmo se tivesse sido lançado mês passado. O que me incomoda aqui é novamente as lacunas do roteiro (o mesmo que aconteceu em Surfistas Nazistas devem morrer). Acho muito frágil a conexão dos personagens, que inicialmente são apresentados como um grupo de amigos tão próximos que decidem roubar um cadáver e ninguém questiona. Quando os assassinatos começam, são raros, curtos e superficiais os momentos onde o roteiro se propõe a encorpar a história nos mostrando um paralelo do que acontece na casa enquanto Conrad parte para sua vingança.
Tenho que dar o braço a torcer à Troma: seus filmes são maravilhosamente dirigidos e fotografados. Quase choro na primeira meia-hora, de tão encantado que fiquei com a beleza extrema desse filme, com a cinefilia apaixonada de seu enredo, com a homenagem suprema ao mestre Bela Lugosi, com a magnificência do ponto de partida narrativo... Lindo demais! De repente, tudo vira um 'slasher' tradicional, com os toques característicos de humor e os exageros da produtora, mas, aqui, seus dois maiores defeitos (propositais) são corrigidos: o roteiro e as interpretações. Neste segundo caso, Ferdy Mayne merece ser aplaudido de pé. Empostações perfeitas! E foi ótimo ver o Jeffrey Combs novinho também. Divertidíssimo! (WPC>)
A premissa é criativa e alguns momentos muito bons e bem filmados. Tem potencial, mas a partir da ressurreição o filme se torna mais um amontoado de jovens morrendo sem muito interesse.
Costumo gostar dos filmes da Troma, mas este, apesar do clima nostálgico, da fotografia e da homenagem ao mundo do cinema de horror, exagerou demais nos furos e na lentidão dos acontecimentos. Recomendo assistir para ter sua própria opinião, mas não foi cativante para mim.
Horrível... GOSTAMOS <3
Mais uma obra da Troma e, apesar de avaliar como mediana, é impossível não reconhecer que trata-se de um filme com uma boa direção, uma interessante premissa, boa fotografia e, até certo ponto, com um bom ritmo.
Antes de mais nada é importante não utilizar critérios atuais para alguns quesitos técnicos, como os efeitos especiais. Isso por 2 simples motivos: é um filme do início dos anos 80 e por ser da Troma. A produtora teria feito um filme exatamente igual, mesmo se tivesse sido lançado mês passado.
O que me incomoda aqui é novamente as lacunas do roteiro (o mesmo que aconteceu em Surfistas Nazistas devem morrer). Acho muito frágil a conexão dos personagens, que inicialmente são apresentados como um grupo de amigos tão próximos que decidem roubar um cadáver e ninguém questiona. Quando os assassinatos começam, são raros, curtos e superficiais os momentos onde o roteiro se propõe a encorpar a história nos mostrando um paralelo do que acontece na casa enquanto Conrad parte para sua vingança.
Tenho que dar o braço a torcer à Troma: seus filmes são maravilhosamente dirigidos e fotografados. Quase choro na primeira meia-hora, de tão encantado que fiquei com a beleza extrema desse filme, com a cinefilia apaixonada de seu enredo, com a homenagem suprema ao mestre Bela Lugosi, com a magnificência do ponto de partida narrativo... Lindo demais! De repente, tudo vira um 'slasher' tradicional, com os toques característicos de humor e os exageros da produtora, mas, aqui, seus dois maiores defeitos (propositais) são corrigidos: o roteiro e as interpretações. Neste segundo caso, Ferdy Mayne merece ser aplaudido de pé. Empostações perfeitas! E foi ótimo ver o Jeffrey Combs novinho também. Divertidíssimo! (WPC>)
A premissa é criativa e alguns momentos muito bons e bem filmados. Tem potencial, mas a partir da ressurreição o filme se torna mais um amontoado de jovens morrendo sem muito interesse.