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Duração
Numa velha mansão com traços de uma Lisboa há muito desaparecida, os gémeos Guilherme e Sofia cresceram a partilhar experiências e, aos poucos, vão descobrindo a sua sexualidade. Mas Guilherme, incapaz de lidar com o amor não correspondido da sua irmã e das relações que ela mantém com outros rapazes, acaba por fugir de casa.
Refugia-se em casa do pai, que vive isolado, imerso num mundo quase autista.
Guilherme descobre então que a vida não cabe num círculo perfeito e volta para casa.
Quando os gémeos se reencontram, surge finalmente o amor.
De forma íntima e silenciosa, o filme oferece o prazer da exploração dos limites, criando um universo fechado e claustrofóbico, inocente e contagiante na simplicidade das suas emoções.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Não sei nem como eu encontrei isso pra assistir , Freud ia adorar esse filme .
E acho que eles esqueceram de pagar a conta de luz: que escuridão!
Que filme chato
Escolhi esse filme como o filme de Portugal para meu desafio de ver um filme de cada país da Copa muito pela curiosidade pela forma como abordariam esse tema complicado. E, bom, as únicas partes realmente boas estão nas que envolvem a paixão incestuosa (inclusive a bem filmada sequência final), porque de resto é um filme extremamente chato. Dificilmente eu defino um filme como chato, detesto quando falam isso, muitas vezes dizem isso de produções que apenas não possuem o ritmo hollywoodiano, mas no caso de Como Desenhar Um Círculo Perfeito não tem muita defesa não, tirando os 20 minutos iniciais e os 15 finais nada acontece. E, de certa forma, acredito que toda essa chatice entediante (redundante assim mesmo,para dar ênfase) é INTENCIONAL! Talvez seja uma tentativa do diretor de demonstrar como a vida do pai do protagonista é maçantemente entediante (redundante de novo) e para isso resolveu matar a audiência de tédio. Se for isso, o diretor foi extremamente eficiente.
E, sinceramente, qual é a da metáfora do círculo? Parece aquelas coisas que só tem sentido na cabeça do diretor, ou realmente não tem sentido/significado nenhum, mas vai gerar explicações mirabolantes dos metidos a cult. Mas, como eu disse, as cenas absurdas que envolvem irmão e irmã até fazem valer a pena assistir.
Filme 16 de 32.
Nota: 6.7.
7.3 - Um filme, realizado por Marco Martins, intenso e algo pesado, que retrata uma família desestruturada, com pais "ausentes", onde um irmão e uma irmã descobrem o fim da inocência/adolescência e o sexo, nos braços e corpo um do outro. De destacar sobretudo a interpretação de Rafael Morais (como Guilherme, o irmão) e a presença sensual de Joana de Verona (Sofia, a irmã). A acompanhar, a música de Bernardo Sassetti.
Muito escuro pro meu gosto, eu gosto de assistir oq consigo ver... Kkkk