Um thriller centrado em um veterano de guerra que se reinventou como um londrino de classe alta e tem de abraçar o seu passado violento quando sua namorada é assassinada.
Hummingbird ou Redemption, nos trás a redenção de Jason Statham atuando de uma forma dramática por quase 100 minutos. De todos os filmes que vi Statham atuando esse de longe é o qual ele põe grande empenho em mostrar um personagem dramático e diversas emoções infligidas no mesmo; seja a frustração do futuro que ele tomou após sua carreira militar, encontrar sua ex-esposa vivendo na miséria ou sua colega de rua morta. Sendo até mesmo surpreendente o tempo que o mesmo ficou sem uma cena de ação totalmente desconexa com o que víamos anteriormente.
Apesar de certa indução para ter uma cena de ação com Statham, o drama envolto na situação que vejo em muitos filmes americanos - o retorno e falta de suporte psicológico de soldados em campo - é curioso, porém muito pouco aprofundado. Steven Knight trata dessa temática e pode nos faz refletir sobre a situação, contudo envolver aspectos genéricos a quase toda trama que Statham atua: Uma mulher que ele seduz (desta vez uma freira) e habilidades super militares, acaba "sacudindo" demais o que exatamente Knight quer nos passar. Não digo que a ausência de tais aspectos poderia tornar o filme mais apelativo para a situação preocupante do soldado, mas a forma na qual ela é posta conforme acompanhamos as desventuras de Joey Adams (Jason Statham) acaba deixando o assunto vago e tornando Redenção mais um longa na coleção Stathamnistíca de filmes de ação representando o soldado que não quer mais lutar/aposentado. Não obstante, ao meu ver, o assunto é deveras interessante e com grande potencial crítico e até mesmo para um grande filme de ação.
Pra mim o melhor do filme do Jason. A parceria dele com a Agata foi maravilhosamente surpreendente. Atuações excelentes. Muita brutalidade e sensibilidade. Super indicado.
Eita filme ruim da powrra.
Meia estrela é até muito para essa bomba.
Hummingbird ou Redemption, nos trás a redenção de Jason Statham atuando de uma forma dramática por quase 100 minutos. De todos os filmes que vi Statham atuando esse de longe é o qual ele põe grande empenho em mostrar um personagem dramático e diversas emoções infligidas no mesmo; seja a frustração do futuro que ele tomou após sua carreira militar, encontrar sua ex-esposa vivendo na miséria ou sua colega de rua morta. Sendo até mesmo surpreendente o tempo que o mesmo ficou sem uma cena de ação totalmente desconexa com o que víamos anteriormente.
Apesar de certa indução para ter uma cena de ação com Statham, o drama envolto na situação que vejo em muitos filmes americanos - o retorno e falta de suporte psicológico de soldados em campo - é curioso, porém muito pouco aprofundado. Steven Knight trata dessa temática e pode nos faz refletir sobre a situação, contudo envolver aspectos genéricos a quase toda trama que Statham atua: Uma mulher que ele seduz (desta vez uma freira) e habilidades super militares, acaba "sacudindo" demais o que exatamente Knight quer nos passar. Não digo que a ausência de tais aspectos poderia tornar o filme mais apelativo para a situação preocupante do soldado, mas a forma na qual ela é posta conforme acompanhamos as desventuras de Joey Adams (Jason Statham) acaba deixando o assunto vago e tornando Redenção mais um longa na coleção Stathamnistíca de filmes de ação representando o soldado que não quer mais lutar/aposentado. Não obstante, ao meu ver, o assunto é deveras interessante e com grande potencial crítico e até mesmo para um grande filme de ação.
Uma história muito boa mesmo, mas não tem como simpatizar com um personagem que comete crimes.
Pra mim o melhor do filme do Jason. A parceria dele com a Agata foi maravilhosamente surpreendente. Atuações excelentes. Muita brutalidade e sensibilidade. Super indicado.
Filme fraco com uma historia pouco marcante. Personagens e motivações são muitos rasas.
Nota:3,4